Quarta-feira, 26 de Dezembro de 2007

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Lisboa 28.Dezembro.2007

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Moura Cassina

Contudo o governador nessa noite conseguiu fugir para Tânger deixando as suas

filhas para trás.

Mas este não conseguia viver feliz ao pensar na pouca sorte das suas pobres

filhas. Até que num certo dia apareceu em Tânger um "carregamento" de

escravos vindos de Portugal onde se encontrava um homem de Loulé, que o

governador não hesitou em comprar.

Já no palacete o mouro perguntou ao Carpinteiro se ele não gostaria de voltar para

perto da sua família, este sem perder um segundo disse que sim. Logo o mouro

pegou num alguidar cheio de água dizendo ao louletano para ele se colocar de

costas para o alguidar e saltar para o outro lado, prevenindo-o que se caísse

dentro da água iria-se afogar no oceano, dando-lhe 3 pães (pães esses que

continham a chave para o desencantamento das mouras) diz-lhe o que fazer com

eles a fim de libertar as suas lindas filhas do encantamento a que foram sujeitas. O

carpinteiro salta e como num passe de mágica chega a sua casa abraçando a sua

mulher, logo de seguida ele vai até um canto da casa e esconde os 3 pães dentro de

um baú.

Passado algum tempo mulher descobre os pães e fica desconfiada por ele estarem

escondidos, então ela pega numa faca afim de ver se há alguma coisa dentro

deles, espetando a faca num de imediato ela ouve um grito e as suas mãos

enchem-se de sangue vindo do interior do pão.

Na véspera de S. João (dia para o encantamento ser quebrado) o carpinteiro

estava indiferente à animação pois só pensava em cumprir a promessa por ele

feita ao ex-governador, logo que pode pegou nos pães e foi até fonte. Chegando a

altura certa este atira o 1º pão para a fonte e grita por Zara, a mais velha das irmãs

e uma figura feminina sobe no espaço e desaparece diante dos seus olhos. Logo

de seguida atira o 2º e grita por Lídia volta a aparece-lhe outra bela rapariga que

desaparece no ar diante dele. Por fim atira o 3º e grita pela filha mais nova do exgovernador,

nada acontece, ele volta a grita por Cassima e uma jovem moura

aparece-lhe agarrada ao gargalo da fonte, que lhe diz que não pode sair dali

devido a curiosidade da sua esposa. Ele pede-lhe desculpa em nome da sua pobre

mulher, esta diz que a perdôa e que tem uma coisa para a mulher deste pois jamais

poderá sair daquela fonte e atira um cinto bordado a ouro para as mãos do

carpinteiro, enquanto desaparece no interior da fonte...

No caminho o Carpinteiro para ver melhor a beleza do cinto coloca-o em redor de

um troco de um grande carvalho, mas de imediato a arvore cai por terra, cortada

cerce pelo cinto fantástico.

Benzendo-se e rezando o carpinteiro compreende tudo: Cassima dera-lhe o cinto

apenas para se vingar! Sua mulher ficaria cortada ao meio, como o carvalho

gigantesco!...

Este correu para casa abraçou a mulher e nessa noite não consegui pregar olho

com medo que a moura ali aparece-se, mas isso nunca aconteceu. Tal como a

moura Cassima lhe dissera não mais poderia sair da fonte. Apenas por vezes,

segundo se diz - principalmente nas vésperas de S. João - ela consegue agarrar-se

ao gargalo da fonte, e mostrar sua beleza, e chorar a sua dor aos que se aventuram

por até lá....

Esta lenda passa-se em 1149, na véspera da

reconquista de Loulé aos Mouros pelo Mestre D.

Paio Peres Correia

Loulé estava sob domínio dos mouros e seu

governador tinha três belas filhas Zara, Lídia e

Cassima que era a mais nova.

Quando D. Peres se encontrava no exterior da

muralhas da cidade pronto para conquistar a cidade,

o

governador levou as suas filhas até uma fonte onde

seria

as encantou, com o objectivo de as preservar,

um possível cativeiro.

Ilustre louletano,

tal como a Tia Anica

Manto de Santo

António

À entrada da vila de Monchique

existe uma imagem de Santo António

com um manto azul bordado a ouro

que lhe foi oferecido por uma jovem

em agradecimento por o santo lhe ter

arranjado casamento. Mas a verdade é

que este casamento não foi tão feliz

como a jovem esperava. O marido

tratava-a mal apesar da gravidez

anunciada da mulher. Nasceu uma

filha que cresceu entre discussões

azedas até que aos oito anos a menina

decidiu apelar para a bondade de

Santo António pôr termo a tamanho

martírio.

Ajoelhou-se junto à sua imagem e

prometendo-lhe que nunca lhe

faltariam flores, a menina sentiu após

algumas horas que alguém lhe batia

no ombro. Um homem estranho e

atraente perguntou-lhe porque estava

ali e pediu-lhe algo para comer e um

sítio para descansar. A menina levouo

para sua casa e enquanto que a mãe

acolheu o visitante o pai resmungou

pelo atrevimento da filha. O visitante

dirigiu-lhe frases apaziguadoras,

alertando-o para o facto de que estava

a desperdiçar uma felicidade que

estava perfeitamente ao seu alcance: a

de viver em harmonia com a sua

mulher e a sua filha. Como que

encantado pelas palavras do visitante,

o homem ajudou pela primeira vez a

sua mulher a preparar a refeição e

sentiu que iniciava nesse instante uma

vida nova. Quando voltaram à sala, o

estranho homem tinha desaparecido e

no seu lugar estava uma pequena

imagem de Santo António, semelhante

à que se encontrava no nicho da

vila. A notícia do milagre correu a

aldeia e a partir daquele dia aquela

casa encheu-se de felicidade e ao

santo nunca mais faltaram as

flores.

Muito perto de Penela existem

dois montes elevados, em forma de

cone, que a lenda diz terem sido

habitados por dois irmãos

ferreiros, Melo e Jerumelo.

Estando cada um em seu monte

com a sua respectiva forja,

possuíam apenas um martelo do

qual se serviam alternadamente. A

distância entre o topo dos dois

montes era curta, assim de dois

quilómetros mais ou menos, e os

dois irmãos atiravam o martelo um

ao outro quando dele precisavam.

Decerto que já perceberam que

estes irmãos eram gigantes porque

de outro

modo não teriam força para atirar o

martelo. Um dia, Jerumelo

zangou-se com o irmão e atiroulhe

o malho com tanta força que

este se desconjuntou, caindo o

ferro na encosta do monte Melo

com tanta força que lhe fez brotar

uma fonte de água férrea. O cabo

de madeira de zambujo foi espetarse

na terra a dois quilómetros de

distância, fazendo nascer um

zambujo, que veio dar o nome à

povoação de Zambujal. A prova de

Os Ferreiros de

Penela

Tomada de

Silves

Reinava em Silves o inteligente e

corajoso rei mouro Ben-Afan que

numa noite de tempestade, no

intervalo das suas lutas contra os

cristãos, teve um sonho extraordinário.

Um sonho que começou por ser

um pesadelo, com tempestades e

vampiros, mas que se tornou numa

visão de anjos, música e perfumes e

terminou pelo rosto de uma mulher,

divinamente bela, com uma cruz ao

peito. No dia seguinte, Ben-Afan

procurou a fada Alina, sua conselheira,

que lhe revelou que tinha sido ela

própria a enviar-lhe o sonho e que a

sua vida iria mudar. Deu-lhe então

dois ramos, um de flor de murta e

outro de louro, significando

respectivamente o amor e a glória.

Consoante os ramos murchassem ou

florissem assim o rei deveria seguir as

respectivas indicações. Enviou-o ao

Mosteiro de Lorvão e disse-lhe que lá

o esperava aquela que o amor tinha

escolhido para sua companheira:

Branca, princesa de Portugal. Para

entrar no mosteiro, Ben-Afan

disfarçou-se de eremita e o primeiro

olhar que trocou com a princesa uniuos

para sempre.

O rei mouro voltou ao seu castelo e

preparou os seus guerreiros para o

rapto da princesa. Branca de Portugal

e Ben-Afan viveram a sua paixão sem

limites, esquecidos do mundo e do

tempo.

O ramo de murta mantinha-se viçoso,

até que um dia D. Afonso III, pai de

Branca, cercou a cidade de Silves e

Ben-Afan morreu com glória na

batalha que se seguiu. Nas suas mãos

foram encontrados um ramo de murta

murcho e um ramo de louro viçoso.

A LUTA DOS DEUSES

De: Erich von Daniken

O Antigo Testamento fornece dados exactos a respeito da luta no céu.

O profeta judeu Isaías (740-701 a.C.) registrou no Velho Testamento

crónicas a respeito de ocorrências e profecias, as quais, em seus fragmentos

ainda conservados, constam dos capítulos I a XXXV. No capítulo XIV,

versículo 12 está escrito:

"Então! caíste dos céus, astro brilhante, filho da aurora! Então! foste abatido

por terra, Tu, que prostravas as nações! Tu dizias: "eu escalarei os céus, e

erigirei meu trono acima das estrelas. As-sentar-me-ei sobre o monte da

assembleia"...

Contudo, também no Livro das Revelações de São João Evangelista, o

Apocalipse, do Novo Testamento, capítulo XII, versículo 7, encontramos

indícios bastante inequívocos das lutas havidas no céu:

"E houve guerra no céu: Miguel e seus anjos tiveram de combater o dragão.

O dragão e seus anjos travaram combate contra ele; porém estes não

prevaleceram. E já não houve lugar no céu para eles".

Muitos documentos primitivos da humanidade falam em guerras e lutas no

céu. Ao longo de milénios, o Livro de Dzyan, o livro sagrado de um dogma

oculto, ficou guardado em cavernas ti-betanas. O texto original (do qual não

se sabe se ainda existe em alguma parte) foi copiado, geração após geração,

tendo sido suplementado e enriquecido pelos iniciados com relatos e noções

novos. Trechos conservados do Livro de Dzyan foram traduzidos para o

sânscrito e, nesta forma, aos milhares, se acham difundiflos em todo o

mundo; os entendidos afirmam que esse livro relata a evolução da humanidade,

que se estendeu através de milénios.

Na Estrofe VI, o Livro de Dzyan diz:

"No quarto (mundo) foi ordenado aos filhos de criarem suas imagens. Um

terço recusou-se a acatar tal ordem, dois obedeceram. A maldição foi

proferida... As rodas mais antigas viram para baixo e para cima.

O germe-matriz encheu tudo.

destruidores e lutas pelo espaço;

tornou a aparecer de novo. Faze teus cálculos, Lanoo, se quiseres saber a

idade verdadeira de tua roda...”

No "Livro dos Mortos" egípcio,

naquela coletânea de textos

contendo instruções a respeito do

comportamento no além, e que, por

esta razão, acompanhava os

defuntos mumificados na tumba,

Houve lutas entre os criadores eo germe apareceu e, constantemente,

Ra,

contra os

universo,

lutas, Ra teria abandonado o

o poderoso Deus do Sol, lutoufilhos rebeldes nomas, jamais, durante asgermematriz.

Outrossim, o poeta romano

Ovídio (43 a.C. — 17 d.C), de

maneira bem compreensível,

tornou-se mais conhecido da

posteridade por sua

que por sua cole-ção de epopeias

mitológicas, as

Ars amandi, doMetamorfoses.

Aliás, foi justamente nas

Metamorfoses

sobre

teve permissão do seu pai, o deus

do Sol,

carruagem do Sol. Infelizmente,

que Ovídio relatouFaetonte (o brilhante), queHélio, de dirigir a

Faetonte

Esfera de ouro como estação espacial, do tesouro cosmológico de Cuenca! cair, incendiou a Terra.

não sabia dirigi-la e, ao
publicado por promover e dignificar às 23:46

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