Quarta-feira, 26 de Dezembro de 2007

Pagina 4

 

 

A APPDH JÁ ESTÁ A

SENSIBILIZAR A

CLASSE POLÍTICA

A A P P D H - A s s o c i a ç ã o

Portuguesa para a Promoção e

Dignificação do Homem, após a

distribuição da sua folha

informativa com os seus estatutos

e outras linhas mestras de

orientação sobre as acções nobres

que vai desenvolver, e que

distribuiu por todos os deputados

da Assembleia da República, os

outros Órgãos de Soberania e

organismos estatais, bem como

pelas empresas de destaque e

outras, e ainda em locais

públicos, fez, efectivamente,

passar a sua mensagem.

Passamos a ouvir os políticos a

falar bastante em

coisa rara há uns meses antes.

Significa isto que já se nota, de

forma expressiva, a aceitação

desta Associação e dos seus

objectivos de desenvolver acções

nobres no que à Promoção e

Dignificação do Homem diz

respeito.

Durante a ocorrência da Cimeira

Europa/África vários foram os

intervenientes da política

portuguesa a pronunciarem a

palavra

n ã o a c o n t e c e u c om o s

estrangeiros, por estes não terem

ainda conhecimento da existência

da APPDH. Mas também eles

passarão a pronunciar esta mágica

e nobre palavra, quando a nossa

As s o c i a ç ã o f o r d o s e u

conhecimento. E por uma razão

muito óbvia: a de passar-se a

reconhecer que, da forma

degradante misantropicamente

falando em que se encontram os

povos e o mundo, o projecto por

nós a realizar faz todo o sentido e

jamais alguém poderá estar

contra.

Pena é que os órgãos da soberania

e outras entidades façam

moucas

apoios. Esta Associação necessita

dos mais amplos e diversificados

contributos para desenvolver as

suas actividades e levá-las o mais

longe possível. Somos ainda uma

criança bébé que necessita de ser

nutrida e acarinhada. O nosso

jornal, na sua missão de

vai levar a nossa mensagem o

mais longe possível, pelo que a

nossa

APPDH, vai crescer, crescer,

empurrada por quantos são

sensiveis ao nosso projecto.

Assim o esperamos.

Existem duas certezas no patamar

da nossa vida: o nascimento e a

morte. É a partir da idade do

berço, passando pela adolescência,

que devemos defender a

saúde até à idade mais avançada.

Já que a nossa vivência é limitada,

cabe-nos a consciencialização

quanto à defesa dos perigos que

nos espreitam: as doenças, os

acidentes, as agressões e as

catástrofes. E fazermos uma

alimentação regradamente

saudável, optando por uma

adequada nutrição, sem esquecermos

a necessidade de promovermos

a saúde e a qualidade de vida.

Mesmo tendo em conta tudo isto,

a vida pode decidir-se em

escassos segundos. Sem

dramatismos e com a cara sempre

alegre, procuremos viver mais e

melhor no contexto da nossa

interdependência em sociedade.

Todos os dias os órgãos de

i n f o rma ç ã o n o s mo s t r am

fatalidades ocorrenciais, a que

muitos de nós são sensíveis,

enquanto outros já não se

impressionam, tal a endémica

normalidade do anormal. Não

basta irmos à igreja pedir

protecção nem apelar aos

milagres. Ganhemos consciência

de que em cada um de nós devem

existir o anjo da guarda, o polícia

que oferece segurança e o juiz que

nos absolve, porque em primeira

instância temos de assumir tudo

isto, todas as funções que nos

deêm saùde, nos protejam, nos

animem, nos tornem sociáveis e

alegres e nos prolonguem a

vivência em plena satisfação de

desfrutar o útil e o agravável. Sem

preguiça e sem desleixos,

confiando em que amanhã nos

espera outro dia, depois outro e

mais outro, na indefinidade do

tempo. Sejamos sérios vivendo

seriamente.

Quando alguma ocorrência nos

atormenta e ficamos desconsolados

ou amargurados, a recuperação

é mais fácil se tivermos tido

uma vida em plena alegria e

felicidade, do que quando

passamos por uma vida de

tormentos, em mutios casos

porque não os soubemos evitar ou

mesmo os ocasionamos por falta

da necessária força anímica. A

reserva das capacidades físicas e

orgãnicas amenizam qualquer

mau momento e em breve nos

libertamos da angûstia ou do

pesadelo. Mesmo quando alguma

doença mais grave nos invade a

coragem e os actos de fé que

fizermos em nós mesmos são

determinantes. Nunca percamos o

optimismo, porque o cepticismo

pode ser o maior adversário.

Se temos a capacidade de

aprender e evoluir, nunca

descuremos a disciplina que nos

leva à aprendizagem de vivermos

mais e melhor.

Dignidade,Dignificação, coisa queorelhasquando lhes solicitamosEstafeta,Bola de Neve, símbola da

EDITORIAL

Os nossos leitores, principalmente aqueles que comungam dos nossos

ideais, chegarão à mesma conclusão. Colocamos o dedo em algumas

feridas, dedo que leva um pouco de remédio como diagnósticos, mas as

terapias ficam ainda a cargo de quem de direito porque, de momento, a

nossa escassez de meios não dá para fazer tanto quanto desejamos. Mas,

com as nossas corajosas remadas e apois que conseguirmos grangear,

iremos atingir sempre bons portos.

Compreendemos a hesitação e a dificuldade de decidir por parte

dos cidadãos que ainda não conhecem cabalmente quem somos e para

onde vamos. Cabe-nos dar-lhe a mais ampla informação e razões para

acreditarem, não navegando no nosso barco, mas caminhando passo-apasso.

Um agradecimento muito sincero aos pioneiros associados que

nos ajudaram a começar. Sim, porque para se fazer algo de pequena ou

grande monta, temos de começar. Fizemos o nosso acto de fé e vamos

cumpri-lo com a energia e senso estimuladores da nossa determinação.

Este nosso "

levar longe as nossas mensagens e vencer, porque a APPDH também vai

vencer. As causas não nos deixam alternativa, perante a degradação a que

a condição humana chegou. Não vergaremos frente à descrença de

quantos acham que o mundo está perdido e já não há volta a dar. A razão

da nossa existência é essa mesma: dar a volta para que o homem vença as

desgraças e faça juz à sua condição de superior espécie, combata a

misantropia com a implantação da filantropia. Não podemos ficar

indiferentes à xenofobia, à vingança, às hegemonias frente às desgraças,

à ameaça do futuro, à morte pela míngua de meios e pela doença, aos

crimes horrendos e a tudo que nos coloca perante a única escolha: insistir,

insistir, insistir...

Também não podemos ser influenciados por quantos assumiram

que ser superior é estar acima dos outros e de tudo, nesta roda da vida do

Estafeta", com todo o vigor com que foi preparado, vai

salve-se quem puder

que podemos viver melho num mundo em que à nossa volta não seja

posta em causa a segurança e todos sejamos vencedores com a promoção

e dignificação dos outros. A nossa maratona vai galvanizar crescente

numero de aderentes pela aposta de vencer e de fazermos vencedores, ao

atingirmos as metas que temos nos horizontes, sem desfalecimento.

Embora toda a nossa determinação e coragem, o projecto a que

nos propomos carece das mais amplas ajudas, desde a simples solidariedade

ao apoio financeiro, pelo que apelamos às entidades oficiais e a

todos aqueles que de boa-vontade disponham de alguns recursos que não

afectem as suas necessidades de sobrevivência. Também áqueles ou

áquelas que, investidas de formação nas áreas da assistência social e da

recuperação, disponham do seu voluntariado para podermos dar uma

vida nova a quem vive indigentemente na rua, sem emprego, por vezes

com a única forma de sobrevivência a venda do corpo. Há gente que

dispõe de condições físicas para o trabalho, que apenas necessita de

apoio inicial para se integrar numa vivência dignificante. Desde já

apelamos aos empregadores para admitirem trabalhadores que, mediante

uma recuperação a todos os níveis – saúde, capacidades físicas e uma

forte vontade de trabalharem e vencerem -, possam ser eficientes e não

defraudarem as expectativas. A partir do próximo numero, este jornal vai

lançar a adequada campanha.

Uma das nossa primeiras missões vai ser essa, de reduzir a indigência, se

bem que não perderemos tempo com aqueles que, obstinadamente,

desejam continuar na senda do crime e da marginalidade, têm primeiro

de arrepiar caminho...

É evidente que iremos desenvolver outras acções contidas no nosso

regulamento interno tão rápido quanto possível, sempre determinados a

vencer e a fazer crescer esta

Associação.

O Director

. Cabe-nos demonstrar que ser superior é ser digno,bola de neve que é o símbola da nossa

VAMOS VENCER...

Vamos vencer,

leme do nosso barco. Numa longa viagem para

irmos a todos os lados, mesmo aos mais

exíguos, mas também darmos volta ao mundo.

Neste primeiro numero já deixámos a

indicação concreta, já navegamos um pouco

por vários lados.

é a aposta que fizemos ao

VIVER MAIS

E MELHOR

4

Lisboa 28.Dezembro.2007

MARGINALIZAÇÃO

E INDIFERENÇA

– O FERMENTO DA

CRIMINALIDADE

A sociedade não pode nem

deve olhar para os marginais ou

para os frustrados com despreocupada

indiferença ou mesmno com

desprezo. Estão no mesmo meio e

coabitam o mesmo espaço. São

parte de um mundo que, não

obstante os perigos que representam,

também querem ser gente. E

o desprezo e a indiferença

magoam-nos até à revolta, muitas

vezes dissimulada. São como um

fermento de pólvora que,

inesperadamente, explode.

OS PSICOPATAS SÃO

S E N S Í V E I S A O

ESTÍMULO

Quando alguém cumprimenta

pessoas de determinado grupo e

não estende a mão ás outras, estas

sentem-se minimizadas e ao

mesmo tempo indignadas, porque

foram excluídas. Cabe aos que se

consideram mais evoluídos

assumirem um comportamento

sociável indiscriminado, tendo

em conta que o exemplo

eticamente comportamental

constitui uma excelente forma de

ajudar a educar, a promover e a

dignificar.

Com assinalável estupefacção

colocamo-nos em frente de

notícias que dão conta de

determinado individuo, aparentemente

calmo e inofensivo, de ter

cometido um massacre no interior

de uma sala de aulas ou na via

pública. As vitímas representam,

para ele, o mundo inteiro que o

ignorou e o desprezou.

Estas ocorrências podiam ser

evitadas se estes indivíduos

fossem acompanhados em dois

apoios de premente contexto

preventivo: por um lado ser

registada a sua anómola forma

comportamental e por outro o

imediato acompanhamento

psicológico com a promoção do

lado bom, que há sempre, mesmo

nos criminosos. E tendo sempre

em conta a especificidade de cada

situação.

Não tenhamos dúvidas, se

não se exercer a divida prospecção

das anomalias - ou indigências

- dos anormais comportamentos

psíquicos e mentais,

iremos continuar a defrontarmonos

com desgraças que passam

por homicídios e massacres

indiscriminados, em consequência

do desleixo e falta de actuação

atempada.

 

 

publicado por promover e dignificar às 23:48

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