Sexta-feira, 8 de Fevereiro de 2008

Pagina 14

VAMOS BRINCAR

Só por Amizade...
O Alfredo bateu à porta. De dentro, responde uma voz feminina:
- Quem é que me perturba a estas horas?
Abra! – responde o Alfredo.
Alice, não a das maravilhas mas um bom pedaço de mulher, entretanto meio desarranjada, abre a porta até ao meio e barafusta:
- Que ousadia é essa, a esta hora, quando estou a preparar-me para ir para a cama? Já tirei a minha estola  e uma das meias de seda... Não pode entrar, seu atrevido!...
- Deixe que lhe tire a outra meia, vai ser divertido – diz o Alfredo, cheio de malandrice.
- Acha que sou capaz de consentir? Nem sequer o conheço... – riposta a Alice.
Responde o Alfredo, com um sorriso malandreco:
- Deixe-me ajudá-la! Nem imagina como gosto de si...
- Preferia que não gostasse. Não abuse de uma mulher desprotegida – disse a Alice, desconfiada.
- Eu protejo-a! Era capaz de dar a minha vida por si - conclui o Alfredo.
- Dar a vida? Pode morrer que nada me importa!
- Mas não me deixe morrer!... Não vê que ainda sou muito novo?
- E ingénuo, ou mal-intencionado! Vá-se embora - responde a Alice.
- Posso ser ingénuo, mas também bonito! Não acha?...
- Bonito, você? Tôlo sei que é...
- E rico, muito rico!...
- E cada vez mais estúpido. Vá-se embora, ou chamo a polícia para ficar a saber quem é...
- Não chame a polícia, eu digo-lhe: sou o amante da sua amiga Rafaela...
E a Alice, com um sorriso meigo, adiantou:
- Sendo assim já pode entrar, podia ter dito de imediato... Afinal, a Rafaela é minha amiga...
Com o Alfredo já dentro, mirando e admirando a subtileza da Alice, esta adianta:
 - Já que quer ajudar, tome o meu vestido a traga a minha camisa que está em cima daquele 
       cabide...
 A porta fechou-se, e o que se passou a seguir ninguém mais ficou a saber...

 

UM BOM EMPREGO

O manda-chuva chama um dos seus funcionários e fala:

-Tem demonstrado grande capacidade e competência no desempenho de suas funções. Veja que você entrou aqui como escriturário, não faz nem um ano. E tudo isso, apesar de sua pouca idade, pois sequer completou 18 anos, você teve uma rápida ascensão. Apenas dois meses depois de chegar, você logo foi promovido a supervisor. Mais 3 meses e você foi designado chefe de sua secção. Não demorou nem 3 meses e logo recebeu outra promoção: foi designado chefe do departamento. Hoje, apenas 2 meses depois e você já é um de nossos directores. O mais influente deles. Como eu gosto de saber a opinião de nossos colaboradores, eu pergunto: você está satisfeito connosco, com suas actividades, com suas promoções por merecimento e com o seu salário?
- Estou sim, pai.

 

PIADAS BRASILEIRAS

Recém chegado ao Brasil, está Pedro Alvares Cabral a entregar um contrato aos naturais do Novo Mundo. Então o índio brasileiro pergunta:
- Ó Cabral, que está escrito neste contrato?
Cabral responde:
- Que nós portugueses podemos levar o ouro todo, a prata toda, e o pau-brasilque quisermos.
Diz o índio:
- E nós brasileiros o que ganhamos?
Responde Cabral:
- O direito de contarem anedotas sobre portugueses  nos próximos quinhentos anos.

 

 

O nariz de Charlot
Charlot - Mestre, venho pedir-lhe um favor: quer ter a amabilidade me cortar o nariz?
O cirurgião - O quê?!
Charlot - Exactamente o que ouviu. A minha reputação de detective  amador está em jogo. É absolutamente preciso que descubra o desaparecido tronco da mulher cortada em duas. Hà dois meses que o procuro em vão...  Chegou a altura de empregar os grandes meios!
Corte-me o nariz e enxerte-me cirugicamente em seu lugar o de um cão de caça.
Desta forma fico com o verdadeiro faro de perdigueiro, o qual junto com as minhas naturais qualidades de dedução fará com que eu possa desmascarar o criminoso.
O cirurgião (maravilhado) - nada tenho a objectar...genial!! Genial  detective! Passemos à sala de operações!
(em casa do cirurgião uns dias depois...) O cirurgião - Então, meu caro detective já sei que com a nossa  operação de enxertia conseguiu capturar o assassino!

Charlot - Mas bastante me custou! O assassino era um cabeleireiro, e  depois de ter embalsamado, maquilhado e posto uma cabeleireira  postiça da cabeça da vitima colocou-a ao lado das mulheres de cera que ornamentam todas as montras dos cabeleireiros. A ilusão era perfeita, e sem o meu nariz de cão ser-me-ia impossivel descobrir qualquer coisa.
O cirurgião - Deve estar contentissimo! Para mais, agora fica com esse olfacto subtil de canino.
Charlot - Não há duvida. Contudo há um pequeno inconveniente e é por isso que venho pedir-lhe que me restaure o meu antigo nariz.
O cirurgião - Oh! Mas porquê?!
Charlot - Vitima da substituição nasal a que submeteu não posso ver  agora um cão que não vá farejá-lo...

História de dois irmãos siameses

Todos conhecem a fábula de La Fontaine, em que um ancião no seu leito aconselha os seus filhos a que se mantenham unidos se quiserem prosperar na vida.
A quem pode dirigir-se melhor esta recomendação do que a dois irmãos siameses, os quais enquanto se acham unidos podem ganhar uma fortuna num circo e separados dificilmente conseguem arranjar emprego...No século passado havia em Londres dois irmãos gémeos ligados, chamados comumente irmãos siameses e denominados cientificamente xifópagos. Eduardo e Edmundo possuíam uma fortuna bastante consideravel, que os dispensava de se exibirem como fenómenos.
Eduardo e Edmundo nasceram no mesmo sitio à mesma hora, como era de prever! Pareciam-se extarordinariamente, a tal ponto que várias pessoas que confundiam o seu lado direito com o esquerdo não os conseguiam distinguir.
Não obstante ás parecenças, manifestaram-se, com a idade, diferenças morais bastante profundas. Eduardo tinha gostos rigidos e amor ao esudo. Edmundo instintos plebeus.
A este último só satisfazia a companhia dos boémios e do alcool. O desventurado Eduardo, com o seu livro na mão via-se na contingencia de seguir Edmundo por todas as tabernas e bares. E quando Edmundo regressava bebado, Eduardo, a explodir de vergonha via-se forçado a zigue-zague tal como ele. 
 Eduardo chegou a ser um famoso investigador, mas não pode durante muito tempo ser convidado para os jantares das coorporações cientificas, onde mal Edmundo se sentava à mesa partilhava as suas historias obscenas.
Eduardo decidiu casar com Ana, o seu amor de longa data. O casamento decorreu com pompa e circunstancia, não havendo remédio senão convidar Edmundo para estar também presente no altar!
Este admiravelmente portou-se como nunca, durante a celebração.,sério e respeituoso.
Na noite de núpcias, Edmundo manteve a sua correcção. Foi o primeiro a adormecer e na manha seguinte simulou acordar mais tarde. Durante a lua de mel do seu irmão deu-se menos à bebida, cuidou da sua linguagem e vestiu-se com decência, pois estava agora sempre na presença de uma senhora.
A jovem Ana exercia sobre Edmundo uma grande influência. Ao fim de algum tempo Eduardo começou a desconfiar da relação dos dois, eis quando encontrou cartas e apurou o modo inegável como Ana e o seu irmão o atraiçoavam todos os dias.
Que atitude havia de tomar? Bater-se em duelo com Edmundo não era permitido pelos costumes ingleses. Temia também as discussoes ironicas das testemunhas. O duelo à pistola não er muito fácil, nem tão pouco à espada dada a proximidade do corps-à-corps. Além disso que sucederia se matasse o seu irmão? Poderia continuar a existência comum com a sua mulher com os "vestigios" do seu irmão.
Chamou então Ana:
- A partir de hoje não pronarás mais o domicilio congal...Vai!
-  Está bem! – concordou ela.
-  Está bem! – diz Edmundo – Eu acompanho-a.
E o pobre marido viu-se obrigado a segui-los!

 

Opinião pouco honesta

O Zacarias, com 8 anos de idade, passou por uma banca de bolos a não resistiu a, surrateiramente, furtar um pudim de chocolate que levou de imediato à boca. Mas o seu nariz ficou bresuntado. Perante o acontecido, o dono da banca, que conhecia o pai do gatroto, com cara de gorila assanhado, disse-lhe:
- O teu pai não te ensinou a honestidade?
- Não sei o que é, mas vou já perguntar-lhe – responde o Zacarias
Depois de ouvir a pergunta, o pai responde:
- Se encontrares uma nota de cinco euros não a leves aos perdidos e achados. Ninguém vai ligar.
- E se for de 500 euros? – inquere o rapaz.
- Deves levá-la aos perdidos e achados, para que os jornais falem da tua honestidade, que é um valor superior a todos os outros - responde o pai.
- O rapaz pensou, reflectiu e faz nova pergunta:
- E se for uma mala com muito, mesmo muito dinheiro?
- Nesse caso não a entregas. Ficas com ela, porque já não tens necessidade de ser honesto – concluiu o pai.

 

Condescendência Retribuida
Júlia e Rosa tomavam chá num salão chique mudas e impávidas por falta de assunto, até que a Júlia quebrou o silêncio, dizendo:
- Imagine a Rosa o que me aconteceu ontem: fui dar com o meu marido a beijar a empregada...
- E então?- adianta e Rosa. Despediu a empregada?
- Nunca despederia a empregada; mas sensurei o meu marido asperamente.
- E ele, o que fez? Pergunta a Rosa curiosa.
- Não fez nada! Mas ofereceu-me um bonito vestido de seda...
- E a Júlia não vai despedir a empregada?
Resposta  pronta da júlia:
- Eu não sou tola!... Quero que ele me ofereça os sapatos de pele de crocodilo que ando há muito  a namorar ...

 

Tantas qualidades?...

Numa agência matrimonial entra um cliente com ar eufórico. O empregado pergunta-lhe:
- Vém preencher uma ficha de inscrição?
- Venho sim! Desejo que me arrange uma mulher para me casar.
- Que tipo de mulher? Responde o empregado , já com a ficha na mão.
- Bonita, elegante, rica, poupada e inteligente – responde o candidato ar pretencioso.
- É completamente impossível – responde o empregado.
- Porquê? Não têm na vossa agência senhoras com estes perfis?
E o empregado responde:
- Temos com os perfis que deseja, mas para satisfazermos o seu interesse teria de casar-se com 5 mulheres...

 

Que desacerto...

Dois amigos íam apanhar o mesmo comboio quando se encontraram. Mas antes foram comemorar a feliz coincidência e entraram numa taberna, saindo de lá com uma tremenda bebedeira.
  Já dentro do comboio, pergunta um deles ao outro:
- O meu amigo tem horas?
O outro meteu a mão ao bolso e tirou uma cigarreira, para a qual olhau sem poder abrir os olhos, dizendo:
 - Tenho horas, sim! Hoje é Segunda feira...
E o companheiro respondeu polidamente:
- Obrigadinho, muito agradecido: é mesmo esta  estação em que vou sair...


publicado por promover e dignificar às 16:42

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