Sexta-feira, 8 de Fevereiro de 2008

Pagina 10

COMBUSTIVEIS ALTERNATIVOS

A NECESSIDADE DE SAIR DO CIRCULO VICIOSO
A sector automóvel é o que mais consome os derivados do petróleo; e tendo em conta as alternativas que avidamente se procuram para reduzir de forma drástica a dependência destes combustiveis, é imperioso que os veículos passem a usar outras fontes de alimentação: Biodiesel, gás, álcool (etanol), electrecidade, etc...
Existem automobilistas interessados em adquirirem viaturas que correspondam aos gritos de alerta que se apregoam, o que não podem fazer, se não existiremdisponiveis no mercado essas viaturas e as correspondentes fontes de alimentação. Cabe ao Estado e às empresas especializadas darem a devida resposta.
Quanto ao biodiesel, os postos de venda já estam a utiliza-lo para as generalidade dos automoveis, mas a sua participação é ixigua (5%) em relação às pretensões em equação.
Ao saber-se de tão baixa participação dos alternativos nos transportes de locomoção, fica também provado o circulo vicioso em que nos movemos:  não existem mais viaturas destinadas ao uso de alternativos por não haver a necessária oferta;
e não temos mais combustiveis alternativos disponiveis por não haver automoveis consumidores. Trata-se de um ciclo que tem de ser afastado simultaneamente, na oferta como na procura.
Para uma melhor informação aos nossos leitores consultamos as duas principais empresas do nosso mercado, noeadamente a Galp Energia e a BP
 
  A  Galp energia forneceu-nos, popr e- mail, a seguinte informação:

 

O que se entende por biodiesel?
O que existe actualmente em Portugal é biodiesel de primeira geração. Após produção, os biocombustíveis são transportados até aos nossos centros de distribuição e aí são adicionados ao gasóleo por nós produzido, sendo posteriormente distribuídos para os nossos postos de abastecimento.
A Galp Energia está a investir na produção de biocombustível de segunda geração que não tem restrições de utilização, permitindo assim taxas de incorporação superiores aos 5% em volume de biocombustíveis de 1ª geração (bioetanol e biodiesel de 1ª geração), que actualmente é permitido nos combustíveis rodoviários de uso generalizado (gasóleo e gasolina 95). Desta forma, será possível em Portugal ter uma percentagem de incorporação de 10% no total dos combustíveis rodoviários, devendo a percentagem de incorporação no Diesel compensar a da Gasolina, de forma a não prejudicar a performance e eficiência dos motores, ao contrário do que aconteceria se utilizássemos apenas o biocombustível de 1ª geração.

Há reais vantagens ambientais na sua utilização?
As vantagens da incorporação de biodiesel de segunda geração no gasóleo traduzem-se não só nas menores emissões de partículas, de CO2, NOx e de enxofre, como também no facto deste combustível apresentar um poder calorífero ligeiramente superior ao do Diesel, com um elevado número de cetano, o que permite um melhor rendimento dos motores, o que já não é verdade para o caso do biodiesel de 1ª geração, que regista uma pior performance quando comparado com o Diesel Mineral.

Quantos postos de venda da Galp têm bombas de biodiesel no nosso país?
Todos os postos Galp têm condições para comercializar biodiesel. O biodiesel não necessita de bombas dedicadas. Não há diferenças na comercialização do biodiesel, em relação aos restantes combustíveis já comercializados.

 

Elementos fornecidos  pela BP, na pessoa do Eng.António Marques Mira.


Para os mais leigos, o que se entende por biodiesel?
Biodiesel é um combustível líquido, produzido a partir da biomassa vegetal ou animal (de óleos vegetais ou animais) com características semelhantes ao "diesel"  gasóleo para motores de compressão

Há reais vantagens ambientais na sua utilização?
Há vantagens ambientais. As principais estão associadas à redução de emissões de gases com efeito de estufa (no caso o CO2) e também ao nível da redução da emissão de gases de escape (CO e partículas de hidrocarbonetos).
A dimensão do impacto da redução de emissões de CO2, é questionável, dependendo entre outros factores da utilização da matéria prima, das boas práticas agrícola e da logística associada. Prevê-se que as futuras gerações de tecnologias sejam mais eficientes na redução das emissões de CO2.

Quem produz o biodiesel em Portugal?
O biodiesel em Portugal é produzido por 2 grupos distintos de produtores: pequenos produtores e dedicados e os produtores e importadores de biocombustíveis:
os pequenos produtores são definidos, pela legislação, como tendo uma produção máxima anual de 3000 t de biocombustíveis e colocam toda a sua produção em frotas e consumidores cativos.
Os produtores e importadores ficam obrigados a entregar todos os biodiesel a entrepostos fiscais de produtos petrolíferos e os benefícios fiscais são atribuídos até ao máximo de 100.000 tons anuais.
Os principais produtores são a Iberol, a Torrejana, a Prio Biocombustíveis, e a Biovegetale a Sovena/Tagol.

Sendo Portugal um país extremamente dependente dos combustíveis derivados de petroleo, de que forma será feita a transição para o biodiesel?
Não haverá uma transição genérica, pois não há recursos naturais que sustentem uma transição completa. Há é uma incorporação de biodiesel no diesel convencional (derivado do petróleo) que neste momento tem um plano de incorporação a nível europeu de 10% até 2020. O Estado Português pretende antecipar o valor dessa incorporação no ano 2010.
De qualquer modo, em Portugal, o objectivo para 2008 é a incorporação de 5% de biodiesel no diesel convencional em todo os motores do transporte rodoviário.

Quantos postos de venda da BP têm bombas de biodiesel no nosso país?
Como já foi dito anteriormente, a BP disponibiliza nas suas bombas biodiesel até 5% de incorporação no diesel rodoviário.
Deve-se esclarecer que as normas europeias relativas à qualidade dos combustíveis não permitem vender diesel com teor de biodiesel superior a 5%, para os motores a diesel convencionais. 
A BP, nem nenhuma outra operadora petrolífera disponibiliza biodiesel a 100%, nas suas bombas.

As gasolineiras perdem margem de lucro na transição para os combustíveis alternativos?
Há custos logísticos adicionais, pois incorpora-se mais um componente na cadeia logística de abastecimento. Há também precauções adicionais na preservação da qualidade do produto que se disponibiliza ao consumidor.
O biocombustível é mais caro que o diesel convencional.
É essa a razão pela qual o Estado concede incentivos fiscais para a sua utilização. Como balanço final e até ao momento há um equilíbrio entre os custos adicionais e os incentivos pagos pelo governo.

Comparativamente aos preços dos actuais combustíveis será vantajoso vir,no futuro, utilizar-se biodiesel?
O biodiesel produzido pelas actuais tecnologias é mais caro, em Portugal e na Europa, que os combustíveis convencionais e só podem ser competitivo com os incentivos fiscais concedidos pelo governo.
O custo do biodiesel fornecido em Portugal é mais caro cerca de 25 cêntimos por litro.

OS SENTIMENTOS TÊM DE SER VOLUNTÁRIOS E INTUITIVOS

Cientistas da Claremonte Graduate University chegaram à conclusão de que a hormona ocitocina, produzida no cérebro, influencia a generosidade, podendo ser produzida sinteticamente e administrada às pessoas dela necessitadas, tendo sido testada com sucesso.

Também foi comprovado que a ociticina estimula as contracções uterinas nas parturientes e que favorece a produção de leite durante a amamentação. Facilmente se conclui que esta hormona deve ser administrada em casos específicos, nomeadamente às pessoas afectadas emocionalmente e hostis aos familiares próximos e a quantos fazem parte do seu relacionamento, quer no trabalho quer nas relações de ordem social. Mas algumas dessas pessoas vão ser atingidas por outros efeitos que podem ser perniciosos, como o aumento de contracções e da produção de leite nas mulheres que não estão grávidas e também não estã a amamentar. Provavelmente haverá outras repercussões que influenciarão o comportamento hormonal noutras áreas, embora se possa considerar que essas influências não vão produzir efeitos desestabilizantes.

Em concreto, esta hormona deve funcionar como terapia em casos pontuais. Os sentimentos de afectividade devem provir das acções formativas e da cultura que se vai desenvolvendo à nossa volta. Existem indivíduos que, dado o meio perverso em que vivem e que os instrui negativamente, não olham para as outras pessoas com a devida elegância e respeito. Esses necessitarão da ocitocina, mas também de aprenderem algo de filantrópico e da generosidade que possa incentivar os sentimentos de afectividade.

Para que os sentimentos humanos sejam objecto de um contágio enobrecedor, é fundamental o relacionamento interdependente e intersocial. Sim, porque os comportamentos alheios e os bons exemplos resultam na melhor escola de fazer aprender e a educar.

Perante esta análise de O Estafeta, o mais fundamental para se melhorarem os sentimentos de afectividade e as formas comportamentais reside na cultura da sensibilização: alertar-se para as escaladas  de violência e de atentados à dignidade humana; para a xenofobia; para as desgraças que ocorrem à nossa volta e no mundo; ter em conta os que morrem de fome e pelas doenças; os malefícios organizados; a condição superior em crescente degradação. E, passo-a-passo, a sociedade será mais solidária no que respeita a uma vivência que possamos enaltecer.

 

Sociedade da Grécia Antiga

       A economia dos gregos baseava-se no cultivo de oliveiras, trigo e vinhedos. O artesanato grego, com destaque para a cerâmica, teve grande  aceitação no Mar Mediterrâneo. As ânforas gregas transportavam vinhos, azeites e perfumes para os quatro cantos da península. Com o comércio marítimo os gregos alcançaram grande desenvolvimento, chegando até mesmo a cunhar moedas de metal. Os escravos, devedores ou prisioneiros de guerras foram utilizados como mão-de-obra na Grécia. Cada cidade-estado tinham a sua própria forma político-administrativa, organização social e deuses protectores.

publicado por promover e dignificar às 17:09

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