Sexta-feira, 8 de Fevereiro de 2008

Pagina 7

Astronautas da Antiguidade

 

 Existem várias publicações que sustentam fortes possibilidades de terem existido

 astronautas em épocas muito remotas. Trata-se de conjecturas que deixamos à análise e ao ajuizar dos leitores, sem comentários que levem à crença ou à descrença.

    Confrontado com o que poderia ser estranha essa tecnologia industrial (foguetões banais, sistemas de sobrevivência rudimentares) ser muito primitiva, e que a tecnologia dos extraterrestres que terão vindo até nós poder ter sido muito mais sofisticada, disse Avinsky:
 - Muitos sábios com quem tenho discutido este problema do contacto dizem que essas pinturas e figuras são, de facto, muito estranhas, que de uma maneira geral imitam foguetões e engenhos espaciais, mas que não seria possível ir longe com tais coisas. E chegam à conclusão absolutamente ilógica de que os extraterrestres nada têm a ver com o assunto. Porque dizem eles isso? Possivelmente acham-se influenciados pela ideia tradicional de que somos os únicos habitantes do sistema solar. Contudo, não está ainda provado que não existam bases implantadas pelos extraterrestres no sistema solar. A este respeito, a descoberta de redes artificiais de canais dissecados no planeta Marte não deixa de ter interesse. Outra conclusão seria mais lógica. Os extraterrestres que possuíam esse género de tecnologia dispunham de recursos energéticos muito limitados, de pequeno raio de acção, e o seu habitat não ia além do sistema solar.
 -   Então, que forma tomou o contacto dos extraterrestres com a Terra?
 -   O estudo da cronologia dos testemunhos indica que o paleocontacto foi um facto real que se repetiu diversas vezes num período de vinte mil a trinta mil anos.
    Nova questão:
 -   Não será estranho que, tendo os extraterrestres contactado-nos temporariamente durante um período  de vinte mil a trinta mil anos, não o tenham feito desde há vários milénios?
 -  A situação é singular. Tenho encarado o problema do paleocontacto, somos confrontados com o problema do não-contacto moderno. É o termo geralmente aceite. Este problema do não-contacto é sobretudo estudado pelo escritor científico francês Aimé Michel. Ele considera evidente que os extraterrestres se acham presentes no nosso mundo, mas que evitam o contacto. Poder-se-ía dizer que este jogo das escondidas é absurdo... É certo, mas apenas do ponto de vista dos humanos. Os extraterrestres não têm uma lógica comum. As suas motivações situam-se além da inteligência humana. Os seres inteligentes do sistema "X" podem ser criaturas como nós, mas num estádio superior de psicoevolução e com uma organização psíquica completamente diferente, não apenas quanto à natureza. Para Aimé Michel, se uma inteligência atingiu esse estádio, os voos serão executados por bio-robots cujo programa não supõe o contacto. Não se pode tomar a sério o receio de que a descoberta de vestígios dos extraterrestres no nosso planeta apagará a história da civilização. Pelo contrário, tal descoberta aumentará a nossa compreensão do passado e do futuro e estimulará o progresso social, científico e tecnológico. O que realmente importa são os Homens, não os estranhos.
    Prosseguindo:
    Na verdade, muita gente recua perante o que qualifica de louca especulação. Alguns recusam-se mesmo a discutir. Outros, pelo contrário, lançam-se perdidamente num entusiasmo por vezes delirante.
    Ponhamos um pouco de ordem nas ideias. Quer queiramos quer não, a história mostra que povos primitivos adquiriram inexplicavelmente uma repentina e espantosa cultura. As civilizações de Sumer e do Egipto, prósperas, bem organizadas, de uma extraordinária riqueza (escrita, arquitectura, artes, ofícios), parecem ter surgido de parte nenhuma, três mil e quatrocentos mil anos antes da nossa era. Isto não significa que não tenham existido outras anteriormente. Sabemos que é assim, mas não encontramos rastos. Quanto mais recuamos no passado longínquo mais tudo se nos torna estranho, mais nos encontramos em face dos mistérios, e os enigmas avolumam-se de tal maneira que já não podemos dizer nada de certo.
    Há setenta anos, ninguém ou quase ninguém se dispunha a aceitar que pudessem existir inúmeras civilizações extraterrestres mais avançadas do que a nossa e cuja tecnologia lhes permitia viajar por entre os astros. Hoje, a atitude de espírito que pretendesse que o homem fosse o único ser inteligênte num universo de dimemsões incomensuráveis e de possibilidades infinitas seria francamente inaceitável. Chegou o tempo de admitir a existência de outras formas de vida inteligente no espaço.
   Qualquer especulação neste sentido conduz inevitavelmente à possibilidade de que um contacto tenha já sido efectuado por seres com uma civilização altamente desenvolvida e vindos das estrelas, com a forma de vida e os sinais de inteligência existentes no nosso planeta, ou seja, a espécie humana.
    Se um tal contacto pode ter acontecido e dele é possível encontrar vestígios nas nossas mais antigas civilizações, então estas afiguram-se mais estranhas do que se pensa. A hipótese de uma intervenção  extraterrestre suscitou interesse crescento nos últimos anos. Não apenas nos autores de ficção científica, mas sobretudo entra os sábios e investigadores que consideram que o problema bem poderia tornar-se uma tarefa urgente para a ciência mundial.
    -  Recolhemos e reunimos neste livro dos antigos astronautas as opiniões de duas dezenas de cientistas de todos os sectores, tanto do Ocidente como do Leste, do Norte como do Sul. Como nas descobertas precedentes, Le livre de l'inexplicable e Le Livre du Mistère, esforçámo-nos por apresentá-las com um certo método, simples e claro.
    A teoria:
   -  Uma abundante literatura existe já sobre o assunto, mas o escritor suíço Erich von Daniken é o chefe de fila daquilo a que hoje se chama a astro-arqueologia. A sua tese é simples. Extraterrestres (os antigos astronautas) vieram à Terra, há alguns milénios. Foram observados por populações dessa época longínqua, que deles fizeram os deuses de todas as suas religiões. Os elementos de informação em favor desta teoria não deixam de acumular-se. E o fantástico êxito das obras de Erich von Daniken mostra que esta tese toca de perto as forças profundas do inconsciente colectivo.
    Objecções:
   - Os nossos visistantes (os antigos astronautas) teriam vindo das estrelas. No ponto em que nos encontramos, a perspectiva da viagem interstelar oferece-se com uma probabilidade ainda muito longínqua. Isso devido às distâncias enormes e ao tempo necessário para as percorrer. Mesmo à velocidade da luz. É este o ponto de vista oficial: eles não vieram porque eles não podiam vir. Esta atitude é falsa e injustificada. Segundo Einstein, a relatividade tem, simultaneamente, proibido e tornado possível a viagem interstelar. E tal paradoxo é apenas aparente. Por outro lado, Einstein, Rosen e Planky anunciaram, a partir de 1937, a possibilidade de encurtamentos no espaço. A descoberta, ainda recente, dos "buracos pretos", parece mostrar que esses encurtamentos existem.
  

publicado por promover e dignificar às 17:11

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