Quarta-feira, 12 de Março de 2008

Pagina 8

ASTRONAUTAS DA ANTIGUIDADE

 

Falámos da herança. Encontra-se um número impressionante de relatos de intervenções celestes nos textos antigos, bíblicos, suméricos, egípcios, hindus, chineses e nas lendas e mitos dos mais diversos povos do mundo. E verificam-se muitas semelhanças, muitas concordâncias, entre essas tradições de visitantes vindos do céu, geralmente benfazejos. À ciência oficial apraz-lhe ignorar ou recusar, em bloco, toda essa massa de informações convergentes, atribuindo-as à efabulação ou a alucinações. Indiscutivelmente, exite conflito entre a ciência e a lenda. É, de facto, difícil confrontar conhecimentos científicos com recordações lendárias. Será uma banalidade, mas não poderemos deixar de repeti-la: "Não há fumo sem fogo...".
    Quanto a vestígios, por toda a parte do mundo se encontram monumentos, muitas vezes gigantescos, estelas, desenhos nos interiores das cavernas, nas rochas, que representam seres sobrenaturais com trajes diferentes, com capacetes munidos de antenas, com as suas máquinas, os seus carros voadores. Os arqueólogos não souberam, ou não quiseram, ver aí vestígios de visitantes extraterrestres. Não aceitam, por definição, nenhuma prova. Parafraseando um dito de espírito de Sax Rohmer, "se metêssemos todos os arqueólogos numa retorta e os destilássemos, não obteríamos uma gota de imaginação". Contrariamente, os defensores da astro-arqueologia, possuem um espírito mais aberto. Observando melhor esses vestígios, conseguiram descobrir neles restos técnicos de civilizações avançadas – ou de intervenções exteriores. Verificaram extraordinárias aproximações com a nossa actual tecnologia. Mais ainda, conseguiram construir um motor muito interessante a partir de uma gravura maia e criar inventos inspirados em textos bíblicos. Foram mais longe ainda, chegaram ao ponto de procurar vestígios de uma acção biológica dos visitantes extraterrestres para melhoria da espécie humana. Isto simplesmente porque os antigos astronautas teriam saboreado largamente as delícias do amor das filhas da Terra. O que, finalmente, faria de nós seus descendentes.
    Permanece nos monumentos, como nos mitos, um tal desfazamento em relação ao nível cultural da época em que tais monumentos foram erguidos e tais mitos foram criados, que a ideia de uma intervenção exterior não é de rejeitar à priori. Procurar imaginar para onde vamos sem saber de onde viémos, não tem sentido. E o estudo do nosso passado longínquo, revela-nos ainda, provavelmente, grandes surpresas. Há sábios que põem em pé de igualdade a nossa ignorância presente e a definição do impossível. Mas se pudermos determinar, por forma positiva, a realidade das visitas dos antigos astronautas, obteremos então resposta para um grande número de questões que ainda hoje a não têm.
    A própria ciência, por mais séria, não pode opôr-se a esta conclusão.

Da Lógica à teoria dos Antigos Astronautas

A asserção de de que a Terra foi visitada por seres inteligentes vindos de outras regiões do universo tem sido nos ultimos anos objecto de grande controvérsia, tendo o numero de publicações aumentado consideravelmente.
A reacção do grande público foi agradávelmente favorável, mas a de certos meios académicos e cientificos foi a maioria das vezes, negativa.
A história das ideias está cheia de casos semelhantes, em que o grande público, desejoso de quebrar barreiras das formas tradicionais do pensamento, abraça apressadamente novas concepções, enquanto a comunidade cientifica mostra um grau excessivo de conservadorismo e, consequentemente tenta abafar novos pontos de vista. Casos como os de Galileu, Kant, Darwin e Freud são alguns dos muitos que poderiam cita-se a este respeito. Em 1755 Kant conjecturou que a Via Lactea podia ser apenas uma parte insignificante de um vasto conjunto de "universos ilhas", de que certos objectos, classificados como nebulosas elipticas, eram outros componentes. Foram precisos quase duzentos anos para aceitar finalmente a hipótese kantiana. Sabemos hoje que a Andrómeda não é uma nebulosa, mas um verdadeiro "universo-ilha" a uma distancia de nós superior a dois milhoes de anos-luz. É possivel estabelecer a comparação entre a visão de Kant e a dos partidários das visitas de "astronautas" no passado loginquo. Ambas assentam na base especulativa, para a qual não dispomos à partida de confirmação empírica decisiva; O essencial, presentemente é submeter a teoria dos antigos astronautas à analise lógica, a fim de concluir quais as exactas implicações, quais os seus fundamentos, qual o seu valor lógico e como se adapta ao conjunto dos conhecimentos astronómicos que geralmente aceitamos.
A asserção fundamental da teoria dos antigos astronautas sustenta que a Terra foi visitada por habitantes de outros planetas, provavelmente situados fora do nosso sistema solar. Os factos e as teorias não pertencem ao mesmo plano de entendimento conceitual.Os factos são um estado de coisas ou acontecimentos particulares e especificos, no mundo espácio-temporal. São expressos por formulações que são verdadeiras ou falsas, consoante as mesmas correspondem ou não a acontecimentos reais.
As teorias cientificas devem obedecer a a exigencias estritas, sem as quais valerão apenas como exercicios de imaginação. As teorias que arrastam o espirito humano para vias que nos afastam radicalmente do mundo espacial  e temporal da nossa experiencia não são cientificas. Que um Deus omnipotente, bondoso e transcendente tenha ou não criado o universo, é um tema sobre o qual ciência deve abster-se, por mais que esta ideia empurre o espirito para além dos limites mais generosos do verificável.
Uma teoria deve anda estar em total acordo com o conjunto de acontecimentos aceites, ou pelo menos não esta em desacordo formal com as descobertas da ciência. Naturalmente existe em cada momento da historia da ciencia uma diversidade de teorias que procuram explicar o mesmo conjunto de fenómenos.
Voltando à questão dos antigos astronautas devemos examinar se tal teoria é admissivel ou não de acordo com os criterios da lógica. Considera a nossa teoria que o universo é povoado por mais de uma civilização galáctica, o que equivale a dizer que nós humanos não somos os unicos seres inteligentes no universo. Os cálculos astronómicos levam à conclusão de que não podemos estar em sozinhos no universo.
aceitação do principio cosmológico leva-nos a admitir a existencia de inúmeros mundos. O mesmo quanto ao aparecimento da vida em geral e da vida inteligente em particular. A ideia de que somos únicos, quer pela nossa posição, quer pela nossa natureza, não pode ter sentido dada a imensidade do universo e o postulado do principio cosmológico.
Civilizações semelhantes ou não à nossa devem estar espalhadas, não apenas por todo o nosso grupo galáctico local, mas também através do universo inteiro. Além disso, a idade do nosso sistema solar é apenas de quatro mil e setencentos milhões de anos. Estrelas com uma idade muito maior podem encontrar-se em aglomerações globulares e para o centro da galáxia. Consequentemente os países nessas regiões são muito mais velhos do que a Terra e toda a vida inteligente que aí exista deve já ter atingido niveis de apuramento social e tecnológico que não podemos mesmo conceber.
É cientificamente possivel atingir certas velocidades criticas, talvez acima dos duzentos e cinquenta mil quilómetros por segundo, onde o efeito da relatividade poderia começar a fazer-se sentir. O espaço achar-se-á então reduzido de uma forma significativa, o tempo será alterado por dilatação e a galáxia, senão todo o universo, estará ao alcance de astronautas cósmicos. Tendo isto presente, não podemos deixar de concluir que os contactos espaciais serão absolutamente correntes, e se aceitamos a evidencia estatistica da existencia de civilizações amis antigas, também não podemos deixar de concluir que esses contactos já devem ter sido muito frequentes. A oposição à teoria dos antigos astronautas resulta da incapacidade, para muitos de compreenderem o sinal dos tempos e de procederem ao ajustamento necessário do seu quadro de referencia conceitual.
Resta colocar uma ultima questão, talvez a mais dificil de ver respondida: a teoria dos antigos astronautas relaciona de uma maneira adequada um número suficiente de dados dificeis de compreender de outro modo.
É evidente que somos forçados a recorrer a diferentes explicações para os varios casos em que se julga termos contactado com os antigos astronautas, muitas delas às quais falta a coerencia e a universalidade.  Admitindo pelo contrário que estas antigas visitas do espaço aconteceram, tais casos tomam de repente uma consitencia sistematica e são vistos como manifestações de um único e mesmo facto pré-historico.
É certo que quanto se sabe, nunca foi encontrado um só elemento material de prova empirica, uma antiga astronave por exemplo, que confirmaria definitivamente a teoria. Se fosse encontrado um tal elemento de prova, nao falariamos de teoria mas de facto assente. Mas isto em nada altera a significação e probabilidade da teoria dos antigos astronautas. É possivel que esta só venha a ser confirmada daqui a muito tempo.
Apesar disso importante é esclarecer os espiritos e o pensamento, a fim de compreendermos exactamente o que a teoria das visitas no passado longiquo encerra e conseguir com ela uma maior compreensão do universo em geral e da Terra em particular. Uma compreensão do mundo mais verdadeira do mundo será apanágio de um futuro mais feliz.
 

SAIBA DISTINGUIR
MAGIA BRANCA DA MAGIA NEGRA

Os meus amigos - e não só - telefonam-me a perguntar se o que querem fazer é magia branca ou negra, com receio de fazerem algo errado, com consequências desastrosas. Tenho muito a agradecer aos mestres que tive, pois todos me ensinaram o melhor e a desviar-me de toda a magia negra, pensamentos negros e negativos. Devo-lhes quem sou e por isso não me importo de estar 2 a 4 horas a convencer pessoas a não praticarem o mal, já que as consequências são graves para quem o faz e a quem é dirigido.
    
   São muitas as pessoas que querem amarrar outra pessoa. E eu pergunto: é magia branca ou negra?. Claro que é magia negra. Amarrar uma pessoa a outra, não a deixando escolher a felicidade, a pessoa com quem quer viver, é de certeza magia negra. E eu pergunto: gostava de ser amarrada/o a uma pessoa que você conhece e que pelo desejo de posse (amor loucura) só para ele,, a amarrasse? Ninguém gosta de andar amarrado a outra pessoa, de quem não gosta para casar. Como amiga/o seria agradável, mas por artes diabólicas a pessoa sente-se presa, atraída e contrariada acaba por casar, deixar-se amarrar. Estes casamentos são normalmente infelizes, porque o sonho e o desejo era casar livremente com outra pessoa.
    Essa pessoa está fisicamente presa a quem não gosta, daí não serem felizes. Milhares de vezes, as que fizeram amarração se arrependem e quando querem voltar a trás corrigindo o erro não conseguem, porque existe a tal amarração que  dura para toda a vida e só mesmo um milagre a pode salvar, o que só é conseguido pelo pedido sincero a Deus. Jesus disse que teríamos de pagar por todo o mal que fizessemos  até ao último centimo.
    

publicado por promover e dignificar às 10:56

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