Quarta-feira, 13 de Abril de 2011

QUEM SACODE AS CULPAS? SÓ AS NÃO TEM QUEM NÃO SE ENVOLVEU!...

   O senhor Presidente da República designou o dia 5 de Junho para a realização  das eleições. São dois meses, alargados com o tempo necessário para apurar quem ganhou e vai governar. É necessário também nomear os governantes e empossá-los. Temos de esperar cerca de três meses até termos um governo formal, legítimo. Tempo demasiado quando as debilidades e os compromissos fazem afundar o país todos os dias. Onde vamos parar ao longo destes três meses?

      Perante os graves problemas em equação, houve especialistas que opinaram que o Professor Cavaco Silva devia ter nomeado um governo de emergência com poderes para gerir a administração pública e responder perante os que de fora nos lançam a corda ao pescoço. Mas não o fez e vemos já os politiqueiros a defrontarem-se na arena, como se estivessem na habitual festa. Os membros do PS e do governo atiram culpas para a oposição por rejeitarem o PEC. Usam este escudo para sacudirem as culpas, mas todos sabemos que se o PEC não fosse rejeitado o sufoco apenas se amenizaria mais uns dias  

      A pergunta que os cidadãos podem fazer é muito óbvia: quem tem legitimidade para sacudir as culpas? Só quem não se envolveu, mais ainda o governo, que geriu o serviço público.

      Ao senhor Presidente da República devemos o maior respeito por tudo que representa. Não devia merecer qualquer tipo de afronta. É economista, foi ministro das finanças e primeiro-ministro. Um técnico experimentado! Então porquê, estando na Presidência da República durante 5 anos, deixou que acontecesse a situação que temos? Provavelmente, também já terá feito esta pergunta a si mesmo…
       Com toda a franqueza! Seria preferível termos um LULA DA SILVA que não é técnico de coisa alguma, mas recuperou o Brasil e saldou as dívidas…

     A APPDH não tem vocação para fazer este tipo de críticas e é com angustiante mágoa que entra por este caminho. Mas quando defende a Promoção e a Dignificação do Homem, é isto mesmo que está em causa: são os cidadãos que em Portugal, como em muitas outras partes do mundo sofrem as consequências das responsabilidades que deviam vir mas não vêm de cima, consumando-se as mais condenáveis irresponsabilidades…

        Pela APPDH – Valdemiro de Sousa

publicado por promover e dignificar às 11:18

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PORTUGAL - UM PAÍS DESFALCADO

A REABILITAÇÃO DEVE ESTAR NAS PRIORIDADES DE QUEM MANDA E NA COOPERAÇÃO DOS PORTUGUESES, MAS COM O EXEMPLO A VIR DE CIMA

 

     Portugal é um país com uma história de prestígio e encantadora, que deslumbra as nações mais desenvolvidas e mais prósperas. Mas as gestões dos últimos 36 anos criaram uma má imagem internacional e deixaram os portugueses envergonhados. É um país DESFALCADO, que necessita de ser reabilitado. O Estado é demasiado gastador, nada poupado. Os cidadãos perderam a confiança nos governantes e nos políticos, dizendo à boca cheia que eles assumem os cargos para se governarem, perdendo a credibilidade mas enchendo os bolsos, não se preocupando com a proliferação das debilidades a toda a dimensão.

     A APPDH não aceita o pessimismo dos muitos cidadãos que acham já não haver volta a dar e que o pior ainda está para acontecer. Nas épocas mais conturbadas e desestabilizantes soube dar a volta. Contudo, agora, a situação é muito séria.

      Vejamos o Brasil. Quando o Lula assumiu a presidência tinha uma divida descomunal e falta de crédito. Agora tem todas as dividas saldadas e conta com reservavas monetárias bem expressivas para aplicar no fenomenal desenvolvimento em curso. Tomemos isso em conta e tenhamos a devida imaginação para seguirmos o bem exemplo “BRASIL”.

 

        O CORTE DE DESPESAS NO APARELHO DO ESTADO

  

     A Assembleia da República deve fazer um drástico corte no número de deputados. Vejamos outros países – em especial os escandinavos – como é grande a diferença.
     Vejamos o elevado número de assessores, alguns a ganharem mais que o Presidente da República e que em muitos casos pouco produzem, antes estorvando-se uns aos outros; Vejamos o elevado numero de funcionários e outro pessoal supérfluo em alguns sectores ;  anda-se a gritar por mais polícias quando já existem em excesso, a solução está em rentabilizar mais o seu trabalho; o mesmo exemplo aplica-se à justiça e aos tribunais; vejamos as autarquias com actividades dispendiosas, sem interesse significativo; vejam-se os demasiados Institutos existentes e criados basicamente para a distribuição de cargos; vejamos o excesso de organismos cujos neles empossados, por questões protagónicas e até de vaidade e veleidades, prejudicam o desenvolvimento do país e o Estado.

  

     MEDIDAS DE RECUPERAÇÃO E DESENVOLVIMENTO

 

     Simplifiquem-se, a nível das autarquias e de todos os sectores do Estado, os processos de desenvolvimento: no turismo – o nosso petróleo; no incremento e fortalecimento de empresas tecnicamente competitivas e para que fiquem em pé de igualdade com as estrangeiras; aumente-se a produtividade com mecanismos modernos e processos tecnológicos avançados; não se aumentem demasiado os impostos, fazendo crescer as receitas do Estado pelo crescente volume da produtividade e dos lucros das empresas; aprove-se uma moção para que governantes, autarcas e deputados prestem mais anos de serviço para terem direito à reforma, pondo-se termo a privilégios imorais; defendam-se os interesses de Portugal junto da EU e das instâncias internacionais na produção do que nos é mais genuíno: pescas, agricultura – em especial os vinhos -, e com destaque para o incremento da actividade turística e dos empreendimentos turísticos, para que este sector possa atingir 20% do PIB.
Outras sugestões haveria a formular, mas compete a quem governa seguir as devidas prioridades.

     Portugal depende muito dos combustíveis fósseis. A APPDH tem vindo a demonstrar as vantagens de se equipararem os preços aos de Espanha, o que resultaria no aumento de vendas entre 30 e 40%. O Estado teria de diminuir a margem da tributação, mas ficaria a lucrar no volume do consumo e a receita certamente cresceria. É importante para todo o sector dos transportes e do tecido produtivo para a luta competitiva.

     A transparência e a corrupção devem ter a observação assídua de governantes e forças partidárias, numa acção coadjuvante.

     A classe política deve revelar toda a sensibilidade, sem reservas e demagogias, em prol dos interesses do país, tomando-se medidas de coragem, ainda que em desfavor dos partidos. Sim, porque em primeiro lugar está Portugal.

     Vem aí um novo acto eleitoral, nada oportuno para o momento. Esperam-se as melhores formas comportamentais por parte dos intervenientes e em atenção ao momento delicado do país.

     A APPDH, trabalhando para a Promoção e Dignificação do Homem, preocupa-se também com a boa prática da gestão dos recursos, em nível de cada país como de âmbito universal, para que toda a gente viva melhor e mais dignificada. E este nosso alerta e as nossas sugestões não têm outra pretensão que não seja esta mesma – a de todos trabalharmos para um mundo melhor.

   / Valdemiro de Sousa /

 

publicado por promover e dignificar às 11:10

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COMBUSTIVEIS – PROPOSTA DE SOLUÇÕES EM BENEFÍCIO DO PAÍS, DA RECUPERAÇÃO ECONÓMICA E DAS ACTIVIDADES EMPRESARIAIS

     A  APPDH,  no concreto objectivo de cumprir a sua missão de Promoção e Dignificação, procurando identificar as causas que obstam à estabilidade económica e social a nível universal, não descurando os graves e actuais problemas que ocorrem em Portugal na vertente económica e social, vem apresentar ao governo e às organizações de maior peso na vida do país,  em que se enquadram as empresas inseridas no comércio e consumo dos combustíveis,  esta proposta  com sugestões de soluções no sentido de se minimizarem  os constrangimentos ocorridos pela alta do preço dos combustíveis.

     Pretende-se que o Governo acolha esta nossa sugestão como ajuda e acto de cooperação,  pois não se pretende que o país perca receitas no âmbito da tributação dos combustíveis , antes possa recolher maiores proventos pelo  aumento do consumo, resultante de uma maior competitividade.

     A medida que propomos é a de que as tabelas de preços em Portugal não sejam superiores à da generalidade dos países europeus, o que passa por praticar preços iguais aos que estão em vigor na vizinha Espanha, cujas  vantagens  daí  resultantes  apresentamos:

     São muitos os portugueses que passam a fronteira para abastecerem os seus veículos à procura de preços mais baixos. Tem notória expressão a camionagem de longo curso  que sai com os depósitos vazios para  abastecer em Espanha. Na entrada em Portugal  vêm com os depósitos cheios e muitos dos protagonistas  não chegam a abastecer  do lado de cá, visto que as provisões chegam até à nova entrada em Espanha. Sem uma estimativa concretamente fiável, é de calcular que a fuga  do consumo para  Espanha esteja na ordem dos 25 a 30%.

     Por outro lado, os automobilistas  portugueses e estrangeiros  que entram em Portugal pela fronteira de Espanha  vêem  com os depósitos cheios, havendo aqui uma perda para as gasolineiras portuguesas na ordem de 10 a 12%. Vejamos  os espanhóis – que entram com os depósitos cheios e regressam  com eles vazios – são potenciais visitantes de Portugal. Estima-se que por cada português que visita  Espanha, vêm 8 espanhóis a Portugal  e  praticamente não chegam a abastecer do lado de cá, para voltarem a abastecer  no seu país.

     A conclusão a que se pode chegar é a de que, em função da disparidade de preços se perde à volta de 40% nas vendas, isto é, estas podem subir 40% se os preços em Portugal forem iguais aos de Espanha.

     Assim se poderá concluir que se o governo baixar a tributação sobre os combustíveis  por forma a que os preços fiquem  equiparados aos de Espanha,  ainda que a tributação daí resultante seja inevitavelmente mais baixa por litro, se essa  tributação incidir em mais 40% de vendas,  certamente vai obter maior receita e as actividades económicas ficam beneficiadas porque compram os combustíveis  mais baratos, o que lhes dá margem de competição.

     Coloquemos  um exemplo comercial:  se um comerciante obter  anualmente vendas de 10.000€ de determinado  produto com uma margem  de lucro de 30% e quiser aumentar essa margem subindo os preços em 40%, e se por esse motivo as vendas descerem para 40%, a margem de lucro cai para 24%. Será perceptível  o exemplo que se aponta?  Mediante esta simulação  queremos dizer  que em face do aumento do consumo,  ainda  que a tributação por litro baixe, o Estado arrecadará mais 6%. Os resultados não serão concretamente estes e só serão apurados a médio prazo depois das contas feitas, mas não se afastarão muito da previsão aqui  apresentada. E se o Estado ao fim do ano comercial arrecadar mais 6% nos impostos sobre os combustíveis, é muito dinheiro que não só dará para tapar alguns “buracos” como daí resulta considerável  benefício competitivo para a economia, ajudando ainda a baixar a inflação e a aumentar as exportações.

     Estas contas terão também de ser feitas pelas gasolineiras, que não terão de baixar a sua margem de lucro mas que obterão resultados bem mais elevados, simplesmente porque passaram a vender mais 40%.

     Teremos de prever que, ainda que os preços baixem, vai haver sectores,  como a grande camionagem, a agricultura e a  indústria de maior expressão, queiram ter os combustíveis subsidiados e como tal a um preço mais baixo. Mas neste aspecto nada muda, porque o Estado já contempla  estas  situações.

     E  QUE PERCENTAGEM  RECAIRÁ  NA QUEDA DOS PREÇOS  EM FUNÇÃO DA EQUIPARAÇÃO A ESPANHA?

     Em relação à gasolina, os preços em Espanha têm vindo a ser negociados cerca de 27% mais baixo e  os incidentes sobre o gasóleo 15%. No concreto das duas margens haverá uma diferença em cerca de 20%, de assinalar para a tesouraria das empresas e dos  portugueses em geral.

Vale a pena  ter em  conta a vertente social a vários níveis – populações  em geral, mercado de emprego (também nos postos de venda), preço dos produtos de consumo etc..),  sempre afectada pelas crises e principalmente pela  especulação. Quando os políticos e os gestores cometem erros gestivos, as populações  são  sempre  dolorosamente afectadas.
     A ter em conta a situação de catástrofe dos postos de fronteira, na faixa de 80 kilómetros , pela falta de clientes.

     A  solução que apresentamos cabe basicamente às medidas governamentais e esperamos que o senhor Primeiro Ministro e o Governo não deixem de fazer o que é necessário para a implementação  do que a APPDH propõe.

     Sobre este tema  pretendemos realizar, oportunamente,  um debate numa sessão de conferências com a participação das entidades mais representativas neste sector.

     A APPDH não tem outra pretensão que não seja a de contribuir, com as suas acções nobres e a sensibilização promovida no sentido da melhoria da condição humana, contribuir para que o estado do mundo melhore em cada dia, a bem de todos os seres, em especial o ser humano.
Há outra situação que nos incomoda, que é a especulação, em especial  a alimentada – ou facilitada – ao nível dos  líderes mais influentes  e dos avultados  interesses  dos grandes grupos, como é o caso da especulação  nos combustíveis  e nos mercados bolsistas.

     E  da  especulação  bolsista nos mercados de capitais, iremos   ocupar-nos oportunamente . Universalmente falando a especulação é tida como crime, mas aos grande níveis  ela  é permitida e ignorada…

     Finalmente, a APPDH espera ser bem interpretada e não estar a falar para orelhas moucas.

 

O presidente da Direcção,

/ Valdemiro  de  Sousa /

 

 

 

 

 

 

 

publicado por promover e dignificar às 11:06

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ACÇÕES PRIORITÁRIAS A DESENVOLVER PELA A P P D H

Eu, como os nossos associados e todos que comungo dos nossos objectivos e acções promocionais e dignificantes, gostariamos de:

 

-    Matar a fome, ajudar a vestir e a calçar todas as pessoas com falta de meios;

-    Proporcionar habitação, mobiliário, electrodomésticos e suprir carências de sobrevivência a todos que vivem mal.

 

     Mas se ter-se condições básicas de sobrevivência é fundamental à Promoção e Dignificação, mas não menos importante se torna que as pessoas e a sociedade em geral vivam num saudável e sustentável clima de paz, de entendimento, fraternidade e cooperaação, fazendo juz à superior espécie que somos.

  

     Quando falo na misantropia a ocupar o lugar da filantropia e da hegemonia de alguns pela desgraça de outros; e quando advogo o respeito, a dignidade e a tolerância em função das diferenças, não estou nem a previligiar aqueles que pouco fazem para melhorem na vida e a condição superior a que pertencem.

 

     Eu procuro uma vida melhor e digna para todo o mundo, mas de modo algum desejo que não haja grandes empresários, pessoas ricas pelos seus desmesurados bens materiais, quando as suas fortunas sejam angariadas por processos lícitos e transparentes. Porque eles, ao produzirem riqueza, estão a criar condições de sobrevivência para muita gente. Pessoas de um nível médio e por vezes sobrevivendo do seu razoável vencimento, desfrutam de uma vivência melhor que a de muitos chamados ricos, porque têm de trabalhar mais de 12 horas por dia, tomar refeições à pressa e terem de enfrentar o Stress e as elevadas preocupações.

 

     Para além de que, pessoas ricas como o sr. Bill e Melinda Gates, dentro dos projectos que a APPDH  vai levar por diante, poderem também ajudar na ascendência social de muita gente. O casal criou em 2000 a fundação Bill & Melinda Gates para ajudarem a reduzir as desigualdades em várias partes do mundo, sendo notória a acção que esta fundação já desenvolveu em Moçambique. As pessoas ricas gastam muito pouco do que têm em proveito próprio e quando morrem deixam tudo,  que pode reverter para o desenvolvimento regional ou universal.

 

      Ao falar assim quero esclarecer de que não sou rico, sou oriundo de uma família pobre e tenho de controlar muito bem os meus orçamentos e finanças para suprir os meus compromissos. Ainda trabalho muito e a  vertente filantrópica e dignificante está subjacente na minha insatistação pela degração em que o mundo vive. No ano transacto ofereci à Comunidade Vida e Paz cerca de 2 toneladas de fruta de um pomar novo que tenho no concelho de Sesimbra  e que me está a dar muito trabalho e até prejuízo. É importante dispormos dos meios suficientes para as nossas necessidades, mas não menos fundamental é termos à nossa volta  um clima de tranquilidade com harmonia comportamental e respito a todos os níveis, sem violência nem criminalidade.

 

    ACÇÕES PRIORITÁRIAS A DESENVOLVER NO FUTURO PRÓXIMO E MESMO NO MAIS DISTANTE:

 

     No meu tema da sessão de conferências publicada no jornal nº 6, falei um pouco nas soluções que se devem desenvolver para resolver problemas de combate ao outro lado da pobreza, que os senhores associados podem ler mais circunstanciadamente.

 

     Acontece que:

-          Os meios canalizados para a produção de armamento e esforços de guerra;

-          Os elevados orçamentos destinados às forças armadas e aos exércitos em geral;

Agora até se diz que as grandes dificuldades económicas da Grécia se devem ao esforço de guerra, quando este histórico país nem sequer está envolvido em guerra, a não ser numa guerra  passiva e numa defesa preventiva.

-          As verbas destinadas às polícias e aos tribunais para manterem a ordem pública e  a legalidade, quando por vezes as injustiças partem em primeiro lugar das Leis, das acções incorrectas das polícias e das doenças endémicas consumados pelas jurisprudências.

-           

Em função destas nuas e cruas realidades, o que há a fazer?

 

     Aquilo que se torna óbvio. A gestão dos destrinos humanos e as orientações sociais são operadas por locomotivas que transitam por percursos errados. Para que tudo se resolva em prol da promoção, dignificação e de um mundo melhor, basta apenas mudar as agulhas. E como?

 

     Todos os recursos que se gastam em tudo que designei como Acontece, chegam e sobram para:

 

-          Criar meios de subsistência e de sobrevivência para toda a gente, também para os desempregados;

-          Para promover escolaridade e alfebetização a todos os que necessitam de evoluir;

-          Para combater as assimetrias, as desartificações e os problemas da interioridade;

-          Para promover e dignificar em acções de educação e formação em vez de pela repressão.

Não se pense que não desejo combater a criminalidade... Advogo essencialmente as acções preventivas, mas enquanto vivermos neste preocupante clima de insegurança, a ordem pública e a legalidade possiveis têm de ser mantidas.

 

      Não se preocupem pela falta de emprego para aquelas pessoas e técnicos em geral  que podem ficar sem emprego pela elimição do circulos viciosos - A necessidade de haver mais criminosos para haver mais polícias e juízes, e mais desavenças de caracter social  para manter os advogados. O muito que há a fazer disponibiliza trabalho permanente e digno para toda a gente. São assuntos sobre os quais teremos muito a falar nos próximos tempos...

 

     Assim, quando digo que temos de mudar as agulhas das locomotivas, temos de pressionar, zurzir, alertar, obrigar entre aspas, a realização do que tem de ser feito. Vamos actuar com lisura, sem prepotências e sem julgamentos na praça púbica. Porque também devemos dar bons exemplo e fazer juz aos nosso nobres objectivos.

 

-          Abordar os  problemas, sugerir e implementar soluções, elaborar projectos. Através de conferências e de participações em organismos como a União Europeia, a ONU, As Comunidades das Nações, As Cimeiras, sejam de Lisboa ou com protocolo em outras Nações. Queremos ser activos, mostarmos que temos razão e protagonizamos soluções execuíveis e válidas válidas e irrefutáveis

 

     Tudo que tenha a haver com a implementação de condições dignas de sobrevivência em casos pontuais, vamos procurar que sejam realizáveis pelas tais verbas que serão suprimidas naquilo que atenta contra à Promoção e Dignificação Humana.

 

     As ajudas e assistência a algus casos pontuais pela APPDH em situações de emergência serão possiveis sempre que haja recursos financeiros, mas ainda assim previligiaremos a alfabetizaão e as formações académicas, no âmbito de mais alguns processos de fazer evoluir a sociedade e a nossa condição humana, para que as novas gerações sejam regeneradas e fiquem para sempre agradecidas ao que nós, APPDH, estamos a defender e a fazer no presente.

publicado por promover e dignificar às 10:07

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