Sexta-feira, 17 de Fevereiro de 2017

APPDH – Para que servimos:

1º Sensibilização

Nesta área apresentaremos projetos a quem de direito para que se trabalhe na resolução dos grandes problemas que mancham a promoção e a dignificação. Contactaremos várias organizações no sentido da correção de muitos problemas que afectam as populações. Procuraremos sempre que possível mudar os maus comportamentos e melhorar as relações entre as pessoas. Formaremos equipas de especialistas para nos ajudarem na feitura dos projetos inerentes às várias causas.

2º Apoios

Não teremos capacidade para realizarmos apoios aos necessitados no terreno, tais como ação laboral, apoio logístico, alimentar, saúde, ordem pública, pacificação, etc. Pretendemos ajudar monetariamente organizações que nas mais diversas áreas prestam significativos apoios a muita gente necessitada. Essencialmente procuraremos ser solidários distribuindo parte dos nossos recursos financeiros pelas mais diversas organizações que têm a incumbência dos apoios e da assistência no terreno. Procuraremos também ter uma comunicação assídua com essas organizações.

3º Doações à APPDH

Quando se fala na falta de dinheiro para as ações a realizar no campo da promoção e dignificação, pensamos que esse problema não se deve colocar porque muitos dos valores mal gastos, que sejam revertidos em ações de solidariedade, podem ajudar a satisfazer as carências de muitas organizações filantrópicas. Além do mais Portugal tem muitas empresas que por elevado mérito apresentam bons lucros e que podem destinar uma pequena parte às organizações filantrópicas. Porque todos somos culpados pelas grandes deficiências e por tudo o que está mal como tal só nos fica bem sermos solidários.

A nossa associação apela a todas as pessoas que são sensíveis à nossa causa, bem como às fundações e aos empresários, que depositem na conta da APPDH uma pequena parte dos seus proventos para  fazermos face aos nossos compromissos de gestão e de todo o envolvimento com a nossa causa. Seremos observadores atentos dessas organizações que com toda a voluntariedade prestam meritoso trabalho no terreno, dividindo com elas os nossos recursos financeiros. De tudo o que se relaciona com despesas e receitas prestaremos os devidos justificativos, quer na nossa contabilidade, quer nas informações que publicarmos nas nossas páginas pelo nosso blog e  facebook.

Esperamos ser  bem ouvidos e compreendidos pelos sentimentos beneméritos e pela solidariedade dos empresários. O nosso obrigado.

publicado por promover e dignificar às 15:35

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Quinta-feira, 16 de Fevereiro de 2017

TÓPICOS A OBSERVAR NA ORIENTAÇÃO DAS CONDUTAS UNIVERSAIS

A PACIFICAÇÃO

     É um propósito necessário para toda a vivência e regência. Pacificar as doutrinas com integral respeito pelas opções de índole humana e sem componentes oportunistas, é condição a ter sempre presente. Mas também se deve procurar que as pessoas possam clarificar-se e saírem da obscuridade, através de esclarecimentos realizados por especialistas, com dados irrefutáveis.

     Vejamos que em muitos pontos do mundo existem mentes quase imutáveis, cujo facciosismo religioso não as deixa evoluir no sentido do progresso e da pacificação, condicionando as sociedades no mau sentido, por ficarem estáticas nos caminhos da evolução e da modernização.

     Com Deus ou sem ele, as pessoas devem ver nos seus semelhantes seres superiores, a respeitar com todo o rigor. Devem pensar que a vida na Terra tem de ser intransigentemente defendida, vivida e prolongada até à exploração das mais elevadas possibilidades, porque quando se morre é o mundo que acaba para cada pessoa. As gerações que nos seguem devem partir de comportamentos ainda mais dignos e mais defendidos dos perigos pela estrutura que lhes deixarmos em tal sentido. É necessário termos sempre presente no horizonte a consolidação da fraternidade e da humanidade.

A Direção 

publicado por promover e dignificar às 17:38

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Quarta-feira, 15 de Fevereiro de 2017

O DIFÍCIL E COMPLICADO PROBLEMA DA HOMOSSEXUALIDADE

A elevação da superior espécie – PROJECTO – Em análise

Exmo. Senhor Ministro da Saúde

Valdemiro da E. Sousa, presidente  da   direção  da  APPDH - Associação Portuguesa para a Promoção e Dignificação do Homem, no prosseguimento  da  sua função filantrópica, vem enviar-lhe  uma  exposição  para tomada de medidas com vista  à  resolução de  problemas de saúde e biológicos,  de  âmbito nacional, como universal, e que mancham  a dignificação do homem.

   Este problema está ligado ao sexo e à sexualidade.  A prática sexual tem de constituir atos  íntimos  de elementar privacidade e de  bom entendimento  para uma felicidade  salutar entre os intervenientes – o homem e a mulher. Mas  os figurinos sociais devem conter  a flexibilidade  suficiente  nos seus padrões sem afetarem a autonomia comportamental e o sentido da moral, neste caso na área sexológica. Toda a relação homem/mulher deve desfrutar de mutuo interesse pela vida, evitando-se  situações de saturação,  e esta deve ser evitada no mutuo interesse.

   As verdadeiras  relações sexuais  só têm sentido entre o sexo masculino e o feminino. As variantes  constituem  pura perversão que nada têm  a ver  com a verdadeira e sã intimidade. Em muitos casos, homens e mulheres optam por variantes que nenhum outro animal pratica. Na condição de seres superiores  ainda podemos aprender algo com outros animais e não devemos esquecer-nos de sermos racionais, praticando a racionalidade.

   Este tema e este alerta tem fundamentalmente a ver com o delicado problema da homossexualidade. Se existem  outras formas comportamentais  que necessitam de ser alteradas e moralizadas, a homossexualidade está na linha da frente. Diga-se o que se disser,  aqueles que seguem  as praticas da inversão sexual e praticam nesta área veleidades contra a natureza humana, são  pessoas doentes. Temos visto homens que depois de serem sujeitos a intervenções  cirúrgicas  se transformam em mulheres,  e mulheres que se transformam em homens. Logo,  existem fortes deficiências nestes organismos , corrigidas pela medicina cirúrgica. E a medicina, seja estatal ou privada, deve contemplar cada vez  mais  intervenientes  necessitados de apoio. Todos sabemos  que muitos dos que praticam a inversão sexual não têm culpa do seu defeito  nem merecem condenação. Mais à frente falarei da forma de resolver estes problemas.

   Muitas  causas da deficiente  saúde humana  e das anomalias  fisiológicas começam  a partir do nascimento. Os ministérios da saúde  são culpados dos  muitos males acumulados e da sua perduração. Como tal,  Senhor Ministro da Saúde, vamos prestar um bom trabalho  à saúde pública e às sociedades,  com  repercursão  universal, começando por:

  Criar equipas médicas para, nas maternidades, inspecionarem com atento rigor  os bebés recém-nascidos nos primeiros  dias de vida, no sentido de se apurar se revelam deficiências de ordem sexual,  e,   as possíveis deficiências de identidade sexual  devem ser corrigidas  antes que os problemas cresçam e se tornem mais difíceis de resolver. É na idade infantil que os problemas melhor podem ser tratados, com uma vantagem  de especial significado: é que as pessoas ao chegarem à idade  adulta não se tenham apercebido de que tiveram  deficiências de ordem sexual.  Assim, não serão expostas na praça pública, isto é, no meio em que vivem , não se chegue a conhecer que foram deficientes.

   Mas a intervenção médica pode e deve ser usada em qualquer idade, quer pela medicina estatal, quer pela privada. Porque das ajudas que os cidadãos devem  ter, a medicina  está na frente de todas as prioridades. E todas as deficiências de ordem sexual que existam mesmo na idade  adulta e que  possam ser corrigidas e solucionadas, tanto os que ostentam as deficiências como a medicina em si, devem empenhar-se  nas devidas soluções, a bem da promoção e dignificação humana.

    Quanto aos homossexuais em que nada se possa fazer, as práticas da inversão sexual poderão continuar sem o vexame dos críticos e sem afrontas de marginalização.

    Importa, no entanto, tecer  algumas considerações  sobre  a perversão  que  prolifera e que não tem outras causas que não sejam  as  análises  mal concebidas  e que em muitos casos obscuram  a sociedade. Alguns homossexuais  dizem, com  incontido devaneio, que gostam  da pessoa errada. Implicitamente estão a aceitar o seu erro, a inversão dos atos contra a natureza. Nestas situações  a inversão resulta  apenas da vontade  de se gostar da pessoa errada  e não pela expressa necessidade.

   Duas mulheres que já tiveram homens como parceiros  e através dos quais se reali-zaram sexualmente, ao assumirem a mutua intimidade sexual  revelam apenas  encontrarem em si maior subtileza  e diferente sensualidade, muitas vezes por não terem ali mesmo e naquele momento, o homem que gostariam de ter. Por vezes a perversidade  acontece apenas como alternativa, quando  tanto o homem  como a mulher nunca deviam esgotar as hipóteses  de conseguirem, em boa harmonia, parceiros do sexo oposto.

   A  APPDH está a chamar as atenções de quem de direito para a resolução de problemas da sociedade e, no caso da sexualidade onde as diferenças e os vexames mais se acentuam, porque no  seu âmbito universal, devemos promover e dignificar o homem, neste problema em concreto , como em outros  em que o homem e a sociedade não aprenderam, ainda, a dignificar a superior espécie que somos. Contamos – face à nossa solicitação – com a influente  e importante adesão do Senhor Ministro da Saúde.

  Desejamos, por último, contar com a inscrição de alguns “CONSELHEIROS” – entre 4 a 5 – para um debate sobre o  tema  que sinalizamos e,  com o saber da sua experiência  e superior opinião,   em prol  da consolidação dos objetivos  aqui  propostos,  dar maior amplitude  e  expressão a  este trabalho, que todos desejamos seja coroado com absoluto êxito.

Valdemiro E. Sousa

publicado por promover e dignificar às 18:10

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Inserção Humana – PROJECTO em análise

A GOVERNAÇÃO E A DEFESA DA SEGURANÇA

À Administração dos EUA – Estados Unidos da América – CARTA  ABERTA

À Especial atenção de Sua Excelência o Presidente Donald  Trump 

 No âmbito das ideias e projectos para melhoria do mundo,  do entendimento das pessoas e dos povos, fazendo uso da temática do livro BÍBLIA DO FUTURO,  a APPDH insere no Facebook e desta vez aludindo aos problemas registados e sentidos pela nova Administração Americana, uma dissertação e um projecto  contendo  sugestões  para a sua complicada e  crucial resolução.

CONCRETAMENTE:

As  políticas são formadas por doutrinas filosóficas, associando-se  a Deus e a outras entidades  divinas,  se bem que tenham sido as doutrinas políticas a dar corpo às doutrinas místicas e alegóricas.

   Já no ano 221 a.C. a China  era unificada e ali se construiu um poderoso império. No Egipto, como na Palestina, não se dava conta da China  no tempo de Cristo. E a mística China e outros povos não só estagnaram como regrediram devido ao isolamento em que se prostraram.  Este o exemplo de que o ser humano só evolui expandindo-se e a culpa  do muito atraso civilizacional deve-se à falta de contactos evoluídos de muita gente. A expansão mais notável só aconteceu a partir do século XX e ganha expressão de forma imparável neste  século XXI, com as inevitáveis anomalias  exatamente devidas à expansão . Efetivamente , muita gente, para ultrapassar fronteiras, devia tirar um curso de integração.

   Mais que no passado, a política está colocada perante global e inevitável  interdependência. A União Europeia está a uniformizar as políticas governativas e económicas. O mundo já se sente preso a esta união, tanto pelo que os outros países podem perder, como pelo que desejam ganhar. Os EUA, Canadá e os países latino-americanos  ligam-se à UE pela Inglaterra, Espanha e Portugal. Outra uniões vão acontecer em outros continentes. E todas as uniões, quando já   tiverem pernas para andar, terão de se aproximar  e filiar numa federação superintendente, que com algumas falhas, regulará e disciplinará as politicas e as governações. E o mundo assemelhar-se-há a uma pequena aldeia onde as pessoas facilmente transaccionarão entre si os seus produtos e se sentirão mais integrados numa grande comunidade.

   Para que  as uniões funcionem menos mal, não pode haver políticos incompetentes. Eles têm de revelar sabedoria  e resultados positivos, já que as populações não  lhes perdoarão falhas porque é exactamente o povo que sofre as consequências. Com a interligação das políticas e das economias vai ter de haver também  maior entendimento, que beneficiará a paz e desanuviará os receios das confrontações pelas acções belicistas.

   Ainda não se perdeu a esperança de, pela ONU, se estabelecer o equilíbrio  das esferas  políticas, já que os países membros têm de mudar de atitude no sentido da fidelidade. Eu acredito que a fidelidade dos seus membros, com todos os poderes das suas forças e das suas influências, vão colocar esta organização em destacada superintendência.

   Pelo que ficou escrito sobre as  políticas, ficamos na esperança de passarmos a entrar num mundo melhor, mas temos de aprender com os erros  e as desgraças presentes e passadas, para que tudo que tem sido  mau não se repita.

    Uma palavra para o homem novo, de quem depende o futuro. Ele possui uma fonte de energias que necessitam de ser libertadas e  por vezes as aplica nas ações pelas quais foi influenciado ou empurrado. Os apologistas do Nazismo, racismo e xenofobia enveredam por aí por falta de proporcionadas opções . Quando se integra nos grupos da irracionalidade, fica alienado e nada o faz recuar, já que ficou amarrado pelo entusiasmo  e pela cumplicidade de grupo, cuja justificação  para os atos de loucura resulta do cúmulo de situações terríveis, às quais  pretendem dar resposta.

   Adolfo Hitler foi um dos maiores sanguinários de todos os tempos, autêntico vampiro que não tinha limites para os holocaustos. Começou a preparar bem cedo os subordinados  para a perpetração de crimes, incutindo-lhes o ódio com a narração de vexames sofridos anteriormente pelos alemães, em que os acontecimentos de Versalhes estavam sempre presentes.

   Adolfo Eichmam , comandante dos holocaustos, ao escrever as suas memórias, procurou desculpabilizar-se na sua condição de joguete e atribuiu o nazismo à humilhação que a Alemanha sofrera pelo tratado de Versalhes. Ele escreveu: “ Só interessava uma única coisa, a de ser herói para arrasar a vergonha e a ruína da pátria. Corávamos quando ouvíamos a palavra Versalhes”.

   Hitler tinha objetivos inconfessáveis e tudo que suscitasse ódio para a vingança servia de preparação para os que o iriam acompanhar nas suas loucas ações nos campos da morte.

Veja-se um aviso de Eichman à juventude”: à actual e futura digo que o que aconteceu ao povo  judeu durante o governo do Reich e dos anos de guerra fora o mais hediondo crime da história da humanidade. Inicialmente estava possuído por milhares de ideias e escorreguei, como tantos outros para uma situação da qual depois já não podia sair. Como vi o inferno, o demónio e a morte, como vi o horror da aniquilação, e como fui apenas um cavalo  que atrelaram à carroça obrigado a ir para onde o cocheiro mandava, sem poder escolher. O que ainda ontem pensava poder adorar, está hoje desfeito em cinzas e ruínas.

Em suma, fui testemunha da maior e mais macabra dança da morte de todos os tempos.

   Eichmann foi enforcado em Maio de 1962. Os jovens que hoje defendem o nazismo deviam ler o aviso que lhes deixou, para que não escorreguem, como ele escorregou, e não serem dançarinos  na dança da morte, porque jamais se podem repetir os acontecimentos macabros.

   Se as energias dos nazis de hoje fossem orientadas no sentido da humanização, estaríamos, com elevação, a defender o bem comum. A par do controlo da violência que provocam, é necessário criar escolas de reeducação  e se desenvolvam, também, metas para a sua ascendência económica e social.

   Falando  dos  políticos,  tem acontecido, não raras vezes, que alguns de esquerda viram à direita e os de direita viram à esquerda. Aqui são os interesses monetários pessoais e de grupo que estão em causa, e também a segurança dos cargos.

   Fidel de Castro passou décadas a zurzir  o capitalismo mas não teve outra solução  que não fosse  a abertura aos capitais, principalmente aos provenientes do turismo e da construção das suas estruturas, para que o povo vivesse com a fome algo apaziguada. Também muitos dos políticos dirigentes do chamado socialismo fizeram pelo menos meia volta e tudo passou a ser diferente. O salto que estamos a dar para o terceiro milénio exige que os políticos também mudem. Políticos de esquerda comandados pelos poderes da chamada esquerda  tornam-se donos de grandes fortunas e não se compadecem da indigência em que os seu povos vivem; a grande potência que são os EUA proclama a criação de riqueza, mas não socorre devidamente as faixas de pobreza de que se devia envergonhar. No decorrer de alguns debates parlamentares em vários países,  temos razões para ficar chocados com o zurzir em equação. E perante espectáculos tão  devassos, ocorre-me pensar que a política se move num cenário de anedotas, em que o bafo de alguns artistas afecta a respiração de outros. Tantos são os males provocados pelos políticos,  que jamais qualquer leigo deixará de ter razões de discórdia.

   Falando concretamente da governação, direi que o mal e o bem  vêm  sempre de cima. Entre outras, há duas hierarquias importantes na vida das sociedades: a ordem e a desordem. Os que mandam e detêm o poder defendem a ordem à sua maneira, por vezes de forma correta e eficaz, em outras circunstâncias  cometendo massacres, controlando as ideias e as esperanças, ou mistificando as utopias.

   Quando um movimento terrorista  mata e comete crimes horrendos, está a demonstrar o grande poder que o crime possui. O terrorismo é assim: não pode ser combatido frente a frente e consegue enfraquecer os poderes instituídos, mesmo os bem armados. Aqui as armas e as estratégias têm de ser bem pragmáticas: combater os movimentos da desordem com  soldados dos mesmos movimentos que não partilhem das mesmas desordens e das ações criminosas, já que são eles que melhor podem penetrar nas casas dos criminosos e da filosofia dos quais não concordam. Seja nos EUA ou na Alemanha, o crime terrorista tem de ser combatido por elementos dos ideais próximos mas discordantes e pacíficos, quando não conseguirem estabelecer o diálogo  consensual. Pode dizer-se que o vírus da legalidade pode combater outros vírus da ilegalidade, como, por exemplo, combater a máfia com outro movimento mafioso. A dificuldade está em os poderes instituídos combaterem a ilegalidade com o vírus também da ilegalidade.

O mundo ordeiro vive extremamente preocupado com a violência perpretrada pelos radicais islâmicos. Os dados que possuímos é que estes radicais constituem 25% da totalidade dos islamistas. Não se percebe que os 75% de islamistas pacíficos pouco ou nada tenham feito para a violência criada pela sua religião, sabendo-se também que Maomé não enverdou por acções violentas nem as recomendou, como tal os países afectados pela violência do DAESH devem exigir aos 75% de islamistas o termino da violência atroz que tem causado muitos males.

Senhor Presidente Donald Trump, percebem-se as medidas que pretende implantar contra as forças do terrorimo e da desordem. Mas não pode nem deve querer empreender uma luta eficaz sozinho. Como já ficou demonstrado pelo que atrás se disse, o mundo está a ficar globalizado e instituído numa pequena aldeia onde, ao contrário do que se pensa, pode sair a maior força de concórdia e de combate aos ataques criminosos. Como tal, procure envolver a sua grande nação na aldeia global onde se podem implantar as maiores trincheiras e encontrar os melhores amigos.

 Desejamos, por último, contar com a inscrição de alguns “CONSELHEIROS” – entre 4 a 5 – para um debate sobre o  tema  que sinalizamos e,  com o saber da sua experiência  e superior opinião,   em prol  da consolidação dos objetivos  aqui  propostos,  dar maior amplitude   e expressão a todo este trabalho, que todos desejamos seja coroado com absoluto êxito.

 

APPDH – Valdemiro de Sousa.

publicado por promover e dignificar às 18:04

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COMUNICADO AOS ASSOCIADOS

  Nestes últimos anos de crise a APPDH realizou pouco mais que os trabalhos mínimos e, ao retomarmos a nossa actividade com o dinamismo que se torna necessário, vão surgir algumas alterações que importa esclarecer junto dos associados.

   Uma das alterações que vamos operar tem a ver com a inscrição, pelo que a quota a pagar passa a ser anual e o valor é de €10,00. Pode pedir-nos a ficha através dos nossos contactos.

 

 

 

publicado por promover e dignificar às 17:25

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