Quinta-feira, 24 de Abril de 2008

Pagina 13

PERIGOS A EXIGIREM PROFUNDA  REFLEXÃO

 

A radiobiologia só abrange certos sectores do campo da fisica e da quimica, mas reivindica da biologia, no mais lato sentido do termo, todas as suas linhas de trabalho.A radiobiologia era uma ciencia auxiliar da radiologia médica, de um ramo da medicina clinica.
Com a descoberta da energia atómica e o seu emprego cada vez mais vasto na guerra e na paz, a situação e também a esfera de acção da radiobiologia sofreram uma alteração decisiva. Até certo ponto formam-se como produtos secundários na fissão do átomo, radiações muito fortemente ionizantes das mais variadas naturezas, mas principalmente também certas espécies de átomos, os isótopos radioactivos, que eles mesmos emitem radiações.
O resultado deste facto, bem como todas as maneiras por que, desde 1945, a energia atómica passou a ser empregada, fazem que hoje, já não apenas um pequeno grupo da população, mas todos os organismos, e entre eles o Homem na Terra, estão expostos a um excedente de carga de radiações que ultrapassa a radiação fundamental natural. A radiobiologia passou assim, a ser, em vez de uma ciencia auxiliar da clinica médica, um dominio essencial de alto significado para a saúde e o destino futuro dos seres vivos.
A radiobiologia actual trabalha por isso,em primeiro lugar, no seu decisivo problema fundamental de saber quais são os pontos de ataque das radiações num sistema vivo e que processos especiais se seguem automaticamente à consequente absorção de radiações.A partir da radiobiologia propriamente dita e já dentro da esfera da radiologia médica, leva-nos finalmente a questão relativa aos sintomas de uma doença das radiações, ligeiras ou fortes, à possibilidade diagnóstica aqui existente, principalmente, de discernir com segurança o sintoma inicial e de o distinguir de toda a outra sintomática. A radiobiologia tem ainda de aprender a interpretar os danos retardados, tão de temer, das radiações, e com isso de considerar o mais depressa possivel o seu possivel desencadeamento.
Se, porém, os organismos e, com eles, o homem, estão expostos a uma carga suplementar que exceda a radiação fundamental, então caberá também aos problemas intrinsecos da radiobiologia conceber os modos e os meios de diminuir tanto quanto possivel as influências deletérias das radiações sobre os seres vivos e, assim contribuir para a defesa contra as radiações. Como é o caso dos abrigos privados. Tudo tem de ser planeado na implantação destes. Outra questão é a de saber o intervalo de tempo em que os abrigados podem sair após a deflagração das armas. A falta de informação pode criar situações criticas, o que obriga cada qual à tomada de medidas isoladas e de acordo com o desenrolar das situações.
Não obstante os conflitos mundiais indiciarem a provável utilização de armas nucleares, a humanidade tem tido a sorte do adiamento e por consequência as populações não tiveram experiências dos efeitos e das defesas mais apropriadas a implementar. A acontecer uma catástrofe ninguém será capaz de usar os meios de defesa mais adequados para cada situação, o que causará enorme embaraço em face da ignorância latente.
A não utilização de armas nucleares tem fundamentalmente a ver com o receio de os seus possiveis utilizadores virem também a sofrer ataques da mesma espécie e serem vítimas dos seus próprios actos. Mas a loucura e os actos irreflectidos pairam em diferentes pontos do mundo, pelo que ningém pode afirmar categoricamente que estaremos livres de uma catástrofe nuclear. A tal acontecer, o mais provável é ninguém sobreviver e todas as espécies de animais e plantas desaparecerem por completo. E a haver sobreviventes, estes ficarão irremediavelmente condenados a um sofrimento maior ao dos que socumbiram.
Importa, pois, que o homem se torne mais racional e mais respeitador da vida humana não apenas para não serem produzidas mais armas, mas também para se enterrem, em definitivo, as existentes. As potências que dispõem destas armas mantêm-nas como meio dissoasor no que respeita aos candidatos à sua construção, a avaliar pelas últimas guerras em que não foram utilizadas. Mas para que nenhum país se julgue no direito de as vir a possuir com o fundamento de que outros as têm, o mais racional seria a irradicação de todas as existentes. A partir daqui poder-se-há partir para uma cuidada vigilência no sentido de que nenhum país ou organização terrorista tente munir-se delas.
Se pretendermos partir seriamente para a promoção e dignificação do homem temos de começar por eliminar os perigos que nos atormentam e, em simultâneo, criar a paz e o entendimento entre países e pessoas. E este artigo tem por fim isso mesmo: apontar para os incalculáveis perigos de uma guerra nuclear e suas radiações, ao mesmo tempo que se sugerem as devidas soluções para se viver em paz e melhoria da condição humana.

 

APOIO À REINSERÇÃO

ACEITA-SE A PRTICIPAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS

A APPDH  realizou um projecto para apoio à Reabilitação, Promoção e Dignificação de cidadãos que vivem na Indigência  e em áreas degradadas.

População alvo: mulheres vítimas de prostituição e os sem-abrigo.
Zona de actuação: a começar por Lisboa e grande Lisboa.

A reinserção destas populações passa por acções de apoio e encaminhamento  aos cuidados de saúde, condições sócio-habitacionais, aliemtação, vestuário e mercado do trabalho; ainda na mobilização dos recursos necessários para cada caso, face a um projecto de vida digna adequado no que à integração social diz respeito.

Para o efeito, esta Associação apela à participação, em regime de voluntariado, de técnicas/os nas áreas de saúde, da psicologia clínica e mental e na assistência social.

A APPDH apela também à participação de patrocinadores.

A Aderência a este projecto pode ser comunicada a esta Associação presencialmente na nossa séde, pelo telefone nº 213428300 ou pelo e-mail associacaoppdh@sapo.pt.

A Associação para A Promoção e Dignificação do Homem  agradece a disponibilidade de quntos se dignarem adirir a este projecto, e todos serão bem-vindos.

Fome e pobreza fazem cancro
aumentar nos países do 3º mundo

 

O crescimento do tabagismo e da pobreza vão fazer com que os países em desenvolvimento registrem até 2050 cerca de 27 milhões de casos de cancror por ano, mais do que o dobro da média actual.
O cancro já é a segunda principal causa de mortes no mundo, atrás apenas das doenças cardíacas e à frente da SIDA, da malária, da tuberculose e de outras enfermidades.
O aumento da longevidade e de hábitos ruins, como o tabagismo, ainda farão com que os casos de cancro cresçam mais, segundo Nancy Davidson, da Universidade Johns Hopkins, em Baltimore, também presidente da Sociedade Americana de Oncologia Clínica.
Segundo ela, o cancro responde por dez por cento das mortes. De acordo com estudo publicado nesta semana pela Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer, 7,6 milhões de pessoas vão morrer dessa doença neste ano no mundo, sendo 5 milhões delas nos países em desenvolvimento.
A estatística contraria a percepção de que esta é uma doença de países ricos. Entre 2002 e 2004, o número de vítimas fatais nos EUA caiu 2 por cento.
'Ainda haverá 12 milhões de novos casos diagnosticados mundialmente em 2007. Até 2050, o número vai mais que dobrar, para 27 milhões, mesmo que as taxas não mudem', disse por telefone Lynn Ries, do Instituto Nacional de Oncologia dos EUA.
Desses, 5,4 milhões de novos casos serão em países desenvolvidos, e 6,7 milhões nos países em desenvolvimento, segundo Ries.
O cancro é provocado por vários factores, como os genes, a dieta, o sedentarismo e, raramente, a exposição a substâncias químicas. Mas o principal factor é o fumo.

Estas são as consequências da pobreza, que conduzem à fome à doença e à indigência, que têm de merecer particular atenção dos líderes das governações.

publicado por promover e dignificar às 12:42

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