Terça-feira, 3 de Junho de 2008

Pagina 8

A CASA DE CABANAS DE VIRIATO   

 

Já se falou bastante nos milhares de vidas que Arístides Sousa Mendes salvou da morte Nazi. Foram muitas as pessoas estrangeiras que visitaram a casa de Cabanas de Viriato, anos depois de ali terem abrigo, situada na interessaste e pacata vila onde mora boa gente. Essas pessoas ficaram desoladas ao verem o estado degradante do edifício histórico que ficou para sempre na sua memória, ao ponto de algumas chorarem copiosamente, tal a recordação e a desilusão. Uma das pessoas que evitou a destruição total do edifício foi Fernando Campos, que o comprou depois de ter servivo de aviário e outros fins menos próprios.
     Agora na posse da Fundação com o nome do antigo cônsul, anunciou-se que o edifício vai finalmente ser recuperado, não sem tempo, para se perpetuar a memória de um feito nobre com repercursão universal. A vila de Cabanas merece o museu que ali será instalado, para que Portugal se orgulhe e mostre ao mundo o grande português que foi dono daquela casa, também abrigo de muitos que fugiram do holocausto.

 

ASTRONAUTAS DA ANTIGUIDADE


A resposta às perguntas "quem somos?, "donde vimos?", "para onde vamos?" devia ser procurada no nosso planeta.
Ainda não sabemos se será o principio ou o fim da "grande solução", mas quando tivermos conseguido apanhar uma ponta desse fio de Aridne poderemos, com tenacidade progredir à procura da outra ponta. Tais esforços têm um único fim: acumular em pirâmide a multidão de indícios sobre a nossa origem. No cimo dessa pirâmide deveria achar-se o coroamento do nosso trabalho de investigação, pois trata-se de obter uma prova. A prova, antes de mais, que a espécie humana recebeu diversas vezes, ao longo da sua existência a visita de extraterrestres, viajantes vindos de algures que, por razões ainda desconhecidas, nos deixaram uma herança. Talvez, por acaso, mas talvez também intencionalmente. Influenciaram muitas das nossas civilizações e provavelmente muitos dos nossos comportamentos.
Esta ideia da influência de visitantes vindos do espaço, numa longínqua época pré-histórica é violentamente atacada. E contudo, quer se queira quer não, as provas multiplicam-se de dia para dia. Durante muitissimo tempo as investigações especializadas passaram ao lado ou ignoraram indícios privilegiados.
Quem, na verdade se interrogou até aqui sobre o que surpreendente nos legou a China pré-historica, e que nos parece hoje tão moderno? Por exemplo, sobre aquele baixo-relevo de um túmulo da província de Shan-Tung que simboliza visivelmente um engenho voador planando sobre as nuvens? Ou então sobre os desenhos e aguarelas da Alta Idade Média, provenientes de fontes muito mais antigas, e que narram a história do povo lendário dos Chi Kung, que segundo os textos, vivia há pelo menos quatro mil anos, no "Reino do Meio" e possuía engenhos voadores?
Também permaneceram durante muito tempo ignoradas as notáveis gravuras dos camafeus etruscos que exibem naves voando no céu, sem velas nem remos, mas providas de estranhas bolas de onde saem raios.
Aliás, é preciso não colocar ao mesmo nível estas duas informações. As descobertas chinesas parecem, pelo menos, duvidosas, visto que os próprios chineses não as reconhecem. Todavia, deve assinalar-se o facto, a que não parece prestar-se muita atenção , de que os chineses tinham já, em tempos antigos uma palavra - fei chi - que significa "carro voador". Porquê semelhante designação, já que não existia nessa época recuada qualquer máquina voadora?
Não há duvida de que certas epopéias indianas falam, nos textos sâncritos de naves celestes chamadas vimanas, poderosamente armadas, movidas pela desintegração do mercúrio. Contudo, mesmo aqui devemos ser prudentes. Com efeito, não se possuem os textos antigos que contém essas revelações; só existem textos relativamente modernos e mesmo estes não pretendem ser cópias de textos antigos, mas apenas revelações mediúnicas.
O engenheiro americano de origem austríaca Josef Blumrich, já citado, interessou-se especialmente pelas visitas de extraterrestres relatadas na Bíblia, no Livro de Ezequiel. Conseguiu, assim, reconstituir as naves espaciais que o profeta descreve. E curiosamente não foi o primeiro a fazê-lo; antigas ilustrações da Biblia apresentam-nos essas naves, em representações ingénuas, que têm semelhanças impressionantes com as suas reconstruções técnicas. O historiador alemão Karl Mayer encontrou, depois, em Srinagar, em Caxemira, um templo onde os baixos relevos exibem as "rodas" de que fala Ezequiel.
As opiniões acerca destes livros acham-se extremamente divididas. Até há relativamente pouco tempo, os especialistas diziam que o Livro de Henoch não era verdadeiro, não datando de além do séc. XVIII. Declaram agora que o livro seria contemporâneo da Bíblia. Existem dezenas de outros Apócrifos muito conhecidos, a maioria deles publicada mas que não tem sido objecto de estudos sérios.
Não nos espantemos se um "objecto alado", encontrado em 1898 num tumulo junto de Sakkarah, classificado de "ave" e exposto no Museu das Antiguidades Egípcias do Cairo, com o número 6347, entre outros similares, permaneceu meio século sem despertar o mínimo interesse. Só em 1969, o Dr. Khalil Messiha notou que a "ave" era verdadeiramente interessante e a examinou cuidadosamente. Encontrou no objecto uma pequena inscrição em egipcio arcaico significando "Don Amon"; ora, Amon é o Senhor do Vento. O objecto foi experimentado numa instalação aerodinâmica.
Não só tinha perfeita aptidão para voar, como as suas proporções eram ideais.  A seguir, cerca de quinze outros objectos alados foram reconhecidos como modelos reduzidos de aviões e apresentados numa exposição especial em 1972.
  E o que dizer de do baixo relevo da laje do sarcófago de Palenque? Representa uma personagem sentada, inclinada para a frente , e que foi interpretada, sem a mínima lógica, como sendo um "indiano frente a um altar e sacrifícios". De facto, a personagem tem vestido um "fato macaco" que vai do pescoço às canelas, apertado com um grande cinto, e um capacete de onde saem dois tubos dirigidos para trás. Parece agir com as duas mãos sobre comandos colocados à sua frente. Tal atitude lembra irresistivelmente a de um astronauta pilotando um módulo de comando, e o engenheiro aeronáutico John Sandersin, perito da NASA, reconstituiu mesmo, segundo o referido baixo-relevo, a forma provável desse engenho espacial.
O grande especialista russo Alexendre Kazantsev, membro da Academia das Ciências da URSS, referindo-se sobre a inexplicável explosão ocorrida em 1908 na Sibéria, disse  considerar que esta se deve à desintegração de uma nave espacial vinda de um outro mundo. A sua argumentação apoia-se nas correcções da trajectória do misterioso objecto celeste, observadas por testemunhas antes da explosão.
Segundo informações provenientes da Rússia, igual fenómeno de explosão Ter-se-ia repetido em 1958, precisamente cinquenta anos depois! Os prejuízos seriam, como em 1908, consideráveis e teria havido desta vez centenas de mortos. É de lamentar que as autoridades soviéticas pareçam ter feito um black-out sobre os acontecimentos.
O sábio russo falou-me igualmente das estranhas estátuas de bronze encontradas no Japão e que se assemelham curiosamente a cosmonautas com capacetes. Foram talhadas por artistas primitivos da tribo Dogu e datam de há mais de cinco mil anos! Mas quem eram esses cosmonautas desconhecidos? E o mais extraordinário é que a NASA talvez se tenha inspirado no seu fato para aperfeiçoamento dos fatos especiais dos astronautas americanos. E estas figurinhas insólitas não são únicas. O corpo é humanóide, macho ou fêmea, mas com uma cabeça extraordinária, assemelhando-se pela forma e sobretudo pelos olhos estranhos, à de um insecto. Que modelo desconhecido pôde, na realidade inspirar o artista pré histórico?
A personagem humanóide que representa não corresponde a qualquer tipo étnico conhecido. E há outras descobertas, na América Central e do Sul - o homem com a cabeça de peixe-gato por exemplo- cujos tipos são nitidamente diferentes de todas as raças humanas que se sabe terem existido. Acrescentaria que um pouco por toda a parte se encontram esqueletos de seres quase humanos cujos crânios são de uma dimensão totalmente insólita. A propósito de crânios mencionemos de passagem o extraordinário de cristal de rocha puro, encontrado em ruínas maias, junto de Lubaantur, nas Honduras Britânicas. Pesa cerca de cinco quilos, mas não se lhe consegue encontrar o mínimo vestígio de utilização, pelo escultor, de qualquer instrumento nosso conhecido.
Descobrem-se assim por todo o mundo indício - senão provas- da passagem de visitantes vindos do espaço.
Não faltam objectos anacrónicos, muito avançados em relação aos conhecimentos da época que se julga terem pertencido. Objectos da mais variada natureza. Por exemplo um prego de ferro de 18 centímetros descoberto no séc. XVIII, na rocha de uma mina no Perú. Lembremos que os indios americanos não conheciam o ferro antes da chegada dos conquistadores espanhóis. Todos estes objectos provinham de camadas geológicas com cerca de dez mil anos. Quem os fabricou? 
 

Mistérios

A ilha desaparecida da Atlântida

 

O debate sobre a existência da Atlântida é bem antigo . Desde os tempos do filósofo Grego Platão a Atlântida, com sua esplêndida civilização, chega aos dias actuais como um enigma que originou a publicação de inúmeros livros.
Teses de carácter geológico, arqueológico e outras tem servido para aguçar o espírito humano na busca da existência do enigmático continente. Irei tratar aqui destas teses , que poderão dar um carácter científico às nossas buscas.
De todas as lendas sobre povos e civilizações perdidas , a história de Atlântida parece ser aquela que mais interesse tem despertado.
A primeira referência escrita deste mito encontra-se nos relatos de Platão . Nos diálogos Timeu e Crítias é narrada a fascinante história da civilização localizada "para além das colunas de Hércules". É descrita a existência desta ilha continental , bem como os detalhes históricos de seu povo , com sua organização social, política e religiosa , além de sua geografia e também da sua fatídica destruição.


O Triângulo das Bermudas


Numa extensão de mar entre as Bermudas, Porto Rico e Miami , encontra-se o famoso Triângulo das Bermudas. Diz-se que aqui os instrumentos de bordo tendem a avariar, e que aviões e barcos estão sujeitos a desaparecer misteriosamente .
Há quem fale de interferências de outros mundos, enquanto outros atribuem os desaparecimentos a uma irregularidade no campo magnético da Terra.
Cerca de 1000 aviadores, marinheiros e passageiros de mais de 100 aviões e navios diferentes terão desaparecido no Triângulo das Bermudas .
Estarão forças paranormais por detrás da fama deste notável caminho marítimo.
Ilha de Páscoa
A Ilha de Páscoa (Rapa Nui, no idioma polinésio) é conhecida por abrigar mais de mil estátuas de pedra - os moais. Esculpidos no século VIII, têm mais de 5 metros de altura, alguns chegam a 21 metros.
Os arqueólogos tentam decifrar o significado desses monólitos. Já descobriram que simbolizam os chefes das dez grandes tribos que povoaram a ilha. Mas, por que estariam todos de costas para o mar? Dizem os nativos que os moais são guardiões e foram construídos para oferecer protecção à ilha por meio de uma "energia" emitida de seus olhos. Por isso, jamais estariam de costas para a ilha. A ciência tem ainda outra questão para esclarecer: como esses imensos blocos de pedra, que pesam dezenas de toneladas, foram deslocados pela ilha? Que engenharia teria sido capaz de erguê-los?
A explicação dos nativos é ainda mais difícil de acreditar: os antepassados teriam usado a levitação para movê-los!

 

publicado por promover e dignificar às 11:23

link do post | comentar | favorito
|

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Março 2017

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
16
17
18
19
20
22
23
24
25
26
27
28
29
30

.posts recentes

. A HEPATITE “A” E OS MAUS ...

. TÓPICOS A OBSERVAR NA ORI...

. TÓPICOS A OBSERVAR NA ORI...

. TÓPICOS A OBSERVAR NA ORI...

. TÓPICOS A OBSERVAR NA ORI...

. APPDH – Para que servimos...

. TÓPICOS A OBSERVAR NA ORI...

. O DIFÍCIL E COMPLICADO PR...

. Inserção Humana – PROJECT...

. COMUNICADO AOS ASSOCIADOS

.arquivos

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Janeiro 2011

. Abril 2010

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Setembro 2008

. Junho 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

blogs SAPO

.subscrever feeds