Quinta-feira, 20 de Janeiro de 2011

Especulação - Bolsas e Petróleo

   

A ESPECULAÇÃO - DOS MERCADOS BOLSISTAS E DO PETRÓLEO

 

       PREÂMBULO Ao MANIFESTO da APPDH

 

Exmos Senhores. Agradecemos resposta ao nosso inquérito e, a dá-la, estão a ajudar a melhoria das economias a nível mundial e a colaborar na Promoção e Dignificação do Homem. Aguardamo-la  com os nossos comcumprimentos..

     A APPDH- Associação Portuguesa para a Promoção e Dignificação do Homem

vai produzir um manifesto alusivo à ESPECULAÇÃO nos mercados bolsistas e nos preços do petróleo. Se já muitos técnicos em matéria social e financeira  centraram os seus pareceres na certeza irrefutável de que a especulação é de facto a causa mais subjacente das sucessivas crises sociais e financeiras, pouco ou nada fizeram para mudar a agulha dessa locomotiva que inunda e assola terrenos vulneráveis por onde passa e distribui o caos. Esta especulação deve ser considerada crime tão odiondo como a produção e tráfico de droga ou como a actuação dos cartéis da máfia. É que, em face dela muita gente morre de fome,  ou por falta de cuidados médicos, enquanto muitas outras pessoas, para sobreviverem, se dedicam a actividades marginais, uma pecha da nossa sociedade.

     Recordo-me de há uns bons anos atrás um comerciante ter sido condenado em tribunal por especular, ao vender uns pacotinhos de chá 1 centavo acima do preço tabelado. Havia a preocupação por parte das organizações de defesa do consumidor em evitar o exorbitar dos preços além da tabele estabelecida por lei. Será caso para perguntar a respeito de uma infracção tão minúscula, tão exígua: e então as grandes infracções que chegam a atingir 300%, ou mais, sobre os preços que deveriam ser os base, quando se trata dos negócios do petróleo ou dos mercados bolsistas? E com toda uma população universal de consumidores lesada? Onde estão nestes casos as organizações de defesa do consumidor?

     Quando nós, na APPDH defendemos a Promoção e Dignificação do Homem temos de denunciar, ao gritar bem alto, esta indiferença ao "salve-se quem puder", porque bens de património universal com são os recursos mais vitais que é o petróleo e as riquezas empresariais, ficarem à mercê de uma especulação desenfreada e provocarem crises tão gigantescas como a que ainda continuamos a viver, é crime global nesta já aldeia global desvirtuada dos valores humanos e deontológicos.

     A OPEP já estimou que o preço do petróleo entre os 60 e 70 dólares é compensador. E todos estamos também de acordo que o preço acima de 70 dólares o barril vai provocar crises e mexer com as economias da sobrevivência. E sabe-se também que os preços em circulação não são sequer ditados pelos países produtores, mas também pela indústria extractiva - que à sua conta fica com cerca de 50% das produções - e com os negócios em bolsa, entre os quais os mercados de futuros, altamente especulativos.

     Já aludimos muito ao de leve aos negócios mafiosos em torno do petróleo, será justo que nos ocupemos um pouco dos mercados imobiliários em bolsas. Os técnicos e os gestores da economia mundial e da condução dos destinos humanos têm por experiência a elevada crise bolsista de 1929 e as demais que se sucederam. É caso para se perguntar: por que esperam para tomarem medidas ajustadas? E quais são as medidas ajustadas?

   Tal como no "salve-se quem puder " no tocante à especulação nos preços do petróleo, também no mercado mobiliário há que tomar medidas e estabelecer regras, pois não podemos achar concebivel que uma empresa que tem o valor contabilistico à volta de um euro, venha a valorizar-se até 6 ou 7 vezes mais ou, ao invés, quando as acções chegam a esses patamares, descerem até 80%.

   A APPDH não apresenta este MANIFESTO para criticar, julgar e condenar. Aliás, não é nossa pretensão fazermos de polícias ou juizes, queremos antes situarmo-nos na linha das soluções. E pretendemos fazer valer MOÇÕES que serão colocadas na posse dos Estados e Organismos mais representativos a nível mundial e a outros organismos como a Organização Mundial do Comércio e a Federação de Cidades Mundiais, para que criem regras e tectos a estabelecer no futuro imediato ou o mais breve, a saber:

- Que os preços do petróleo se situem entre os 60 e 70 dólares por barril e as oscilações  para mais, ou menos, não ultrapassem os 20% de variação;

- Que às empresas cotadas em bolsa não seja permitida a oscilação em mais de 20%, para mais ou menos. Exemplo: se uma empresa estiver cotada com o seu real valor contabilistico em 2,00€, as descidas não podem ir além de 1,60€ e as subidas para mais de 2,40€.

 Temos assim margens de negociação na ordem dos 20% e o pior e o melhor que pode acontecer para os investidores não vai mais, nem a menos, de 20%. O que diga-se, é bem mais seguro que tentar ganhar 100% e perder 200 ou 300%, o que tem acontecido de forma fatal para muitos investidores.

     Este preâmbulo tem a finalidade de revelar aos técnicos a quem solicitamos pareceres os objectivos a atingir e na base  destes objectivos produzirem as respostas que acharem mais adequadas à sua base de conhecimentos. É entretanto notório que terá de estar subjacente uma temática  em assuntos de base económica e financeira e, por acréscimo, em considerações de direito internacional, e também de ascendência comportamental e social em toda a globalidade dos objectivos nobres da APPDH - a Promoção e Dignificação do Homem.

Assim, as perguntas que formulamos A V. Excias e às quais agradecemos respostas com o amável e superior parecer, são as seguintes:

 

No caso dos mercados bolsistas

- Que convénio/s deve/m ser estabelecido/s no sentido de os mercados bolsistas só poderem funcionar mediante margens mínimas e máximas controláveis;

- E quais as margens a definir;

- Quais os pressupostos a inserir em tal/tais convénio/os;

- Quais os países, organizações e entidades que devem estabelecer e subscrever o/s convénio/s.

- Algo mais de interesse que achem por bem referir.

 

No caso do petróleo

- Qual será o preço justo - sem variações especulativas e inflaccionárias - para a produção/exportação e consumidores, em termos duradoiros;

- Que convénio/s terá/ão de ser estabelecido/s a nível mundial;

- Quem deve estabelecer e subscrever esse/s convénio/s e que bases devem ser estabelecidas;

- Algo mais de interesse que achem por bem referir.

 Ao colaborarem connosco respondendo ao nosso questionário com o parecer de V. Ex.as, que agradecemos encarecidamente, vão estar a prestar um inestimável trabalho  para a produção do nosso "manifesto".

 

   As respostas devem ser enviadas por Mail

 

   Valdemiro E. Sousa

 

publicado por promover e dignificar às 12:12

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