Quarta-feira, 13 de Abril de 2011

ACÇÕES PRIORITÁRIAS A DESENVOLVER PELA A P P D H

Eu, como os nossos associados e todos que comungo dos nossos objectivos e acções promocionais e dignificantes, gostariamos de:

 

-    Matar a fome, ajudar a vestir e a calçar todas as pessoas com falta de meios;

-    Proporcionar habitação, mobiliário, electrodomésticos e suprir carências de sobrevivência a todos que vivem mal.

 

     Mas se ter-se condições básicas de sobrevivência é fundamental à Promoção e Dignificação, mas não menos importante se torna que as pessoas e a sociedade em geral vivam num saudável e sustentável clima de paz, de entendimento, fraternidade e cooperaação, fazendo juz à superior espécie que somos.

  

     Quando falo na misantropia a ocupar o lugar da filantropia e da hegemonia de alguns pela desgraça de outros; e quando advogo o respeito, a dignidade e a tolerância em função das diferenças, não estou nem a previligiar aqueles que pouco fazem para melhorem na vida e a condição superior a que pertencem.

 

     Eu procuro uma vida melhor e digna para todo o mundo, mas de modo algum desejo que não haja grandes empresários, pessoas ricas pelos seus desmesurados bens materiais, quando as suas fortunas sejam angariadas por processos lícitos e transparentes. Porque eles, ao produzirem riqueza, estão a criar condições de sobrevivência para muita gente. Pessoas de um nível médio e por vezes sobrevivendo do seu razoável vencimento, desfrutam de uma vivência melhor que a de muitos chamados ricos, porque têm de trabalhar mais de 12 horas por dia, tomar refeições à pressa e terem de enfrentar o Stress e as elevadas preocupações.

 

     Para além de que, pessoas ricas como o sr. Bill e Melinda Gates, dentro dos projectos que a APPDH  vai levar por diante, poderem também ajudar na ascendência social de muita gente. O casal criou em 2000 a fundação Bill & Melinda Gates para ajudarem a reduzir as desigualdades em várias partes do mundo, sendo notória a acção que esta fundação já desenvolveu em Moçambique. As pessoas ricas gastam muito pouco do que têm em proveito próprio e quando morrem deixam tudo,  que pode reverter para o desenvolvimento regional ou universal.

 

      Ao falar assim quero esclarecer de que não sou rico, sou oriundo de uma família pobre e tenho de controlar muito bem os meus orçamentos e finanças para suprir os meus compromissos. Ainda trabalho muito e a  vertente filantrópica e dignificante está subjacente na minha insatistação pela degração em que o mundo vive. No ano transacto ofereci à Comunidade Vida e Paz cerca de 2 toneladas de fruta de um pomar novo que tenho no concelho de Sesimbra  e que me está a dar muito trabalho e até prejuízo. É importante dispormos dos meios suficientes para as nossas necessidades, mas não menos fundamental é termos à nossa volta  um clima de tranquilidade com harmonia comportamental e respito a todos os níveis, sem violência nem criminalidade.

 

    ACÇÕES PRIORITÁRIAS A DESENVOLVER NO FUTURO PRÓXIMO E MESMO NO MAIS DISTANTE:

 

     No meu tema da sessão de conferências publicada no jornal nº 6, falei um pouco nas soluções que se devem desenvolver para resolver problemas de combate ao outro lado da pobreza, que os senhores associados podem ler mais circunstanciadamente.

 

     Acontece que:

-          Os meios canalizados para a produção de armamento e esforços de guerra;

-          Os elevados orçamentos destinados às forças armadas e aos exércitos em geral;

Agora até se diz que as grandes dificuldades económicas da Grécia se devem ao esforço de guerra, quando este histórico país nem sequer está envolvido em guerra, a não ser numa guerra  passiva e numa defesa preventiva.

-          As verbas destinadas às polícias e aos tribunais para manterem a ordem pública e  a legalidade, quando por vezes as injustiças partem em primeiro lugar das Leis, das acções incorrectas das polícias e das doenças endémicas consumados pelas jurisprudências.

-           

Em função destas nuas e cruas realidades, o que há a fazer?

 

     Aquilo que se torna óbvio. A gestão dos destrinos humanos e as orientações sociais são operadas por locomotivas que transitam por percursos errados. Para que tudo se resolva em prol da promoção, dignificação e de um mundo melhor, basta apenas mudar as agulhas. E como?

 

     Todos os recursos que se gastam em tudo que designei como Acontece, chegam e sobram para:

 

-          Criar meios de subsistência e de sobrevivência para toda a gente, também para os desempregados;

-          Para promover escolaridade e alfebetização a todos os que necessitam de evoluir;

-          Para combater as assimetrias, as desartificações e os problemas da interioridade;

-          Para promover e dignificar em acções de educação e formação em vez de pela repressão.

Não se pense que não desejo combater a criminalidade... Advogo essencialmente as acções preventivas, mas enquanto vivermos neste preocupante clima de insegurança, a ordem pública e a legalidade possiveis têm de ser mantidas.

 

      Não se preocupem pela falta de emprego para aquelas pessoas e técnicos em geral  que podem ficar sem emprego pela elimição do circulos viciosos - A necessidade de haver mais criminosos para haver mais polícias e juízes, e mais desavenças de caracter social  para manter os advogados. O muito que há a fazer disponibiliza trabalho permanente e digno para toda a gente. São assuntos sobre os quais teremos muito a falar nos próximos tempos...

 

     Assim, quando digo que temos de mudar as agulhas das locomotivas, temos de pressionar, zurzir, alertar, obrigar entre aspas, a realização do que tem de ser feito. Vamos actuar com lisura, sem prepotências e sem julgamentos na praça púbica. Porque também devemos dar bons exemplo e fazer juz aos nosso nobres objectivos.

 

-          Abordar os  problemas, sugerir e implementar soluções, elaborar projectos. Através de conferências e de participações em organismos como a União Europeia, a ONU, As Comunidades das Nações, As Cimeiras, sejam de Lisboa ou com protocolo em outras Nações. Queremos ser activos, mostarmos que temos razão e protagonizamos soluções execuíveis e válidas válidas e irrefutáveis

 

     Tudo que tenha a haver com a implementação de condições dignas de sobrevivência em casos pontuais, vamos procurar que sejam realizáveis pelas tais verbas que serão suprimidas naquilo que atenta contra à Promoção e Dignificação Humana.

 

     As ajudas e assistência a algus casos pontuais pela APPDH em situações de emergência serão possiveis sempre que haja recursos financeiros, mas ainda assim previligiaremos a alfabetizaão e as formações académicas, no âmbito de mais alguns processos de fazer evoluir a sociedade e a nossa condição humana, para que as novas gerações sejam regeneradas e fiquem para sempre agradecidas ao que nós, APPDH, estamos a defender e a fazer no presente.

publicado por promover e dignificar às 10:07

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