Terça-feira, 10 de Maio de 2011

O NOVO GOVERNO E A SAÍDA DAS CRISES

      Quando se exige que  os partidos com possibilidades e hipóteses de fazerem parte do novo governo   apresentem o seu programa,  isso não é relevante porque nenhum deles está a governar e apenas estão em campanha eleitoral.  Contudo devem apresentar propostas e colocarem o dedo nas feridas mais dolorosas, face  às soluções que é urgente equacionar.  E  numa coisa os leitores devem estar de acordo:

 

      É necessário mudar. Foi isto que disse o senhor Presidente da República, acrescentando que “se não mudarmos, daqui a 3 anos estaremos pior” . É um sinal  que  deve ser cabalmente entendido pelos eleitores. É que quem governa  mal  não tem a culpa toda, porque  os eleitores que empossam os maus líderes têm a maior quota de responsabilidade. Eleitores que não se devem deixar influenciar pelo dom da palavra nem pelo poder da instrumentalização, antes entenderem quem pode salvar o país do abismo.

 

      AUMENTO DA PRODUÇÃO E A RECUPERAÇÃO ECONÓMICA

 

     Portugal tem de estar menos com os parceiros da Europa e mais com os que se situam em outros continentes, em especial com aqueles que não nos impõem cortes em  nada,  como a destruição da agricultura,  das pescas, da nossa marinha mercante, da construção e reparação naval, além do mais no fundo,, de  tudo que mais está nas nossas tradições   e  vocações.  Vejamos que em certa altura a Alemanha quis obrigar-nos a arrancar as vinhas, a diminuirmos a produção dos melhores vinhos do mundo para ela mesma vender o seu próprio mau vinho, cuja graduação é complementada com a mistura de álcool.

 

       Portugal tem um reconhecimento muito amplo por parte de outros países que aceitarão uma profícua e ampla cooperação, se conduzido por governantes que sejam capazes de estabelecer acordos e parcerias. E estas  amplas  possibilidades são mais vastas e de dimensão mais elevada, quando comparadas com o que podemos contar da Europa.

 

       Vejamos o Brasil, país irmão  que se está a tornar numa das maiores economias do mundo e numa sociedade com progressiva promoção e dignificação.  Vejamos a China, a India e o Japão,  também em notória ascendência económica e social  e que já deram sinais de poderem estabelecer grandes acordos preferenciais com Portugal. Além de outros países, em que se incluem Angola e Moçambique, também com mercados muito vastos. Se soubermos estabelecer entendimentos teremos não apenas mercados aos quais não conseguiremos corresponder cabalmente, tal a sua dimensão, nem nos faltarão  recursos monetários, dadas as  possíveis ajudas.

 

       A APPDH não tem a pretensão de dar lições governativas nem de boa gestão, não é isso que consta nos seus estatutos. Mas tem objectivos muito salutares no sentido da Promoção e da Dignificação e de  um mundo melhor. E  quando se desbaratam os recursos e não se aproveitam as oportunidades, é também a melhoria da condição humana e de uma vida melhor que ficam  em causa.

 

       Valdemiro  de  Sousa  -  presidente da direcção e director do jornal ( O Estafeta ).

publicado por promover e dignificar às 10:12

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