Quarta-feira, 26 de Dezembro de 2007

Jornal Nº 1

 

 

 

DESCANSO, LAZER E DESPORTO
Se construirmos uma sociedade em que possamos trabalhar menos e viver em maior tranquilidade, teremos mais tempo para o descanso e o lazer. Como tudo na vida, estes benefícios também requerem imaginação e programação consonantes.
Para se ter bom descanso, é necessário dormir bem. O sono estabiliza o sistema nervoso e retempera as energias. Depois, temos de procurar descansar de outras formas que não nos cansem. Tanto o descanso como o lazer também requerem gestão adequada, para termos aquilo que melhor nos serve.
Não se esqueça a importante função da veia humorística, que nos distrai, faz rir e alegrar os outros. Pelo humor modificamos os comportamentos estéticos, os semblantes e a disposição. Uma boa gargalhada actua melhor sobre o stress que um bom tónico ou um calmante, libertando-nos de vários estados depressionários.
Através da sua veia cómica e da sua predisposição jocosa, o indivíduo tranquiliza a sua função psíquica e consegue alívio interior. O humor é não só uma grande necessidade de tranquilidade de espírito, como um alimento orgânico. Ele ajuda-nos a conseguir disposição para a coesão, fraternidade, união familiar e para a tolerância. Conseguimos ser ainda mais apreciados se, às boas qualidades que evidenciarmos, adicionarmos um pouco de humor. Os artistas do teatro e das variedades servem-se dele para atraírem mais público e também para expressarem o que não lhes seria possível de forma mais directa. Ele é, nas mais várias circunstâncias, uma válvula de escape para a nossa função psíquica.
Sabia que cada indivíduo é músico no seu género e no seu espectáculo?
Que quem for bom músico pode ganhar mais instrumentos? E quem possuir mais instrumentos pode pôr os outros a dançar ao ritmo que pretender?
Mas a expressão do humor também tem regras de controlo. Quando se utiliza sofisticamente ou por zombaria tem efeitos contraproducentes, sendo necessário, também, evitar os excessos.O descanso, como o lazer, não constituem vício nem preguiça, nem doença. A preguiça sim, é uma doença. Ela tem causas fundadas em problemas orgânicos que inibem o preguiçoso (o doente) de desenvolver as suas energias pelo trabalho. Alguém que se sinta cansado, sem trabalhar, já está doente. Assim, a preguiça pode ser tratada curando a doença pelas causas, ou simplesmente exercitar as energias físicas pela ginástica.
O descanso pode acontecer entre várias opções, tais como: sentados no sofá ou repousando na cama; ler livros e adquirir cultura; ouvir música e ver televisão; contemplando o Sol, a Lua e as estrelas; ouvir os grilos, as rolas e a cigarra a cantarem, vivendo o romantismo.
Se em alguns casos o descanso exige privacidade, noutras a companhia é benéfica. E importante ter companhias, conversar, desenferrujar a língua. A falta de convivência é responsável pela maior parte dos estados depressivos. A pessoa que não tenha nada para fazer e não tenha alguém junto de si, permanecendo várias horas sentada numa cadeira, tem tendência para falar sozinha ou ficar demasiado imóvel, vindo-lhe à memória todos os problemas que tem e não tem. A entrada no estado depressivo acontece inevitavelmente.
Depois de intenso esforço físico é necessário descansar no sofá, ou mesmo na cama. É isto que se aconselha aos atletas, depois dos treinos ou das competições. Se não existe cansaço, já não nos sentimos bem na posição de imóveis, há que dar um passeio, arrumar algumas coisas ou mantermo-nos em actividade de outras maneiras.

Ler é um hábito perdido para muita gente, o que está errado. Nos países mais evoluídos, os jornais e os livros têm maior consumo. E a cultura e o desejo de informação que cria motivação. Como tal, devemos cultivar
essa motivação para também nos colocarmos na classe dos mais evoluídos. O conhecimento e o saber nunca se manifestam por excesso e o interesse por bons livros ajuda significativamente a realização pessoal.
Existem as publicações recreativas, que nos podem dar prazer, mas nunca devemos perder o sentido pela que, pedagogicamente, nos torna mais instruídos.
A música recria o nosso íntimo sentimental, desde a estimulação das energias às sensações românticas. E uma questão de predilecção e de escolha.
Passear activa a descontracção. E necessário empreender passeios, principalmente depois de estarmos algum tempo fechados e de nos sentirmos contraídos. Também aqui as opções existem, desde o dar uma volta pelo comércio, a visita a monumentos e museus, à contemplação da natureza junto ao mar ou no campo.
O descanso e o lazer andam, muitas vezes, de mãos dadas. No entanto, na sua essência, são distinguíveis. Entre as formas de lazer, individualizado ou em grupo, salientam-se as viagens, os períodos de férias, a dança, as confraternizações em romarias e em piqueniques, a frequência dos cinemas, teatros e espectáculos desportivos. A prática desportiva pode representar lazer quando doseada, enquanto os profissionais das modalidades desportivas são trabalhadores. Namorar também significa lazer, principalmente quando o namoro explana sentimentos de cordialidade e de afecto. Quando se viaja existe a tendência para a procura de lugares novos, diversificar os contactos para se aumentar o conhecimento. Trata-se de viagens de estudo, cuja pedagogia enriquece a nossa formação. O contacto com outras gentes, outras culturas e a vivência nesses meios, constitui a melhor forma de evoluir.
Se as férias servem para repousar e retemperar energias, elas devem ser aproveitadas para o descanso no lazer. As férias mal programadas podem provocar que, depois de terminadas, nos sintamos mais cansados do que no dia em que entramos nelas. Nunca as férias devem representar trabalho, nem este deve representar férias. As noitadas e o cansaço de longas viagens deve ser evitado.
Tudo que possa resultar em entretenimento e diversão sem demasiado esforço se enquadra no conceito de férias. Cabe a cada qual escolher os programas mais compatíveis.

 

 
HORIZONTAIS
1 - Dinheiro (Gír.). Mulher negra.Andaria. Espécie de coqueiro do Brasil. 3 - Conexão, laçada.
Cidade. Via dentro de uma povoação. 4 - Espaço de tempo correspondente à revolução da terra em
torno do Sol. Espécie de fivela por onde se enfiam os loros dos estribos. 5 - Tal como foi dito. Acto
de agarrar o touro à mão (pi.). 6 - Alto!. Nota musical. Individual. Prosseguia. 7 - Ao qual lugar.
Insecticida poderoso. 8 - Sacudir, mover brusca e irregularmente. Corta com os dentes. 9 - Lavre
com charrua. Estiveram. Sódio (s.q.). 10 - Manuel (pop.). Líquido muito volátil. 11 -Aromatiza.
Mulher natural das ilhas.
VERTICAIS
1 - Pessoa que faz exercícios ginásticos. Mulher que cria uma criança alheia. 2 -Sarcasmo, zombaria.
Sulcar. 3 - Mil e Um (num.romana). Língua que autrora se falava na França. Diz-se dos vegetais
celulares, segundo alguns naturalistas. 4 - Arca. Caminhou para lá. Entre. 5 - Que rapa. 6 -
Desembrulha. Oferecerá. 7 - Levantara. 8 - Deus-Sol, no antigo Egipto.Abalavam. Suco doce que as
abelhas depositam no favo. 9 - Porção de terreno liso e duro, ou laje em que se secam cereais (pi.).
Doutor (abrev.). Tório (s.q.).10 - Imitativa do estrondo produzido pela queda de um corpo (interj.).
Competente, capaz. 11 - Criada de quarto. Cortara em fatias.


SABIA QUE:
O primeiro violino apareceu em Itália em 1520, sendo apontado como um descendente da lira de Braccio. Com a forma actual e quatro cordas, diferençia - se das violas pela caixa de ressonância quase plana e fendas em “f” 
– Em 1637 foi feita a publicação do “Discurso do Método”  da autoria de
René descartes, filósofo francês

- Em 1642, na França, foi inventada por Blaise a primeira máquina de calcular.
 
  
SOLUÇÃO INTELIGENTE
Chamavam-lhe o "José das Nozes". Desta vez foi à propriedade do vizinho e encheu um cabaz de cerejas. Esse vizinho surpreen-deu-o e ameaçou-o: Deixa lá, meu malandro, que vais ter de pagar com 10 cabazes de nozes...Achando a punição demasiada, o José foi ter com o advogado e contou-lhe o sucedido. Resposta deste:
- Não há nada a fazer – e mostrou-lhe a página do código onde estava o artigo que o condenava por roubo.
O advogado retirou-se por momentos e, quando chegou, o josé diz-lhe, todo triunfante:
- A causa está ganha, senhor doutor!...
-Ganha como? – inquiriu o advogado.
-Já não existe a lei que me condena – ao mesmo tempo que lhe mostra a página que arrancou e
rasgou.

 

 

publicado por promover e dignificar às 21:24

link do post | comentar | favorito
|

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Março 2017

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
16
17
18
19
20
22
23
24
25
26
27
28
29
30

.posts recentes

. A HEPATITE “A” E OS MAUS ...

. TÓPICOS A OBSERVAR NA ORI...

. TÓPICOS A OBSERVAR NA ORI...

. TÓPICOS A OBSERVAR NA ORI...

. TÓPICOS A OBSERVAR NA ORI...

. APPDH – Para que servimos...

. TÓPICOS A OBSERVAR NA ORI...

. O DIFÍCIL E COMPLICADO PR...

. Inserção Humana – PROJECT...

. COMUNICADO AOS ASSOCIADOS

.arquivos

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Janeiro 2011

. Abril 2010

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Setembro 2008

. Junho 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

blogs SAPO

.subscrever feeds