Quarta-feira, 26 de Dezembro de 2007

Pagina 13

 

 

 

 

 


PAÍSES DEGRADADOS E EMPOBRECIDOS

A REABILITAÇÃO É SEMPRE POSSÍVEL

Por que razão países com excelente clima e com matérias-primas de alto

valor económico estão degradados e empobrecidos, quando alguns

deles desfrutam de paz e não têm sido assolados por catástrofes? E onde

o turismo – uma das maiores indústrias da economia moderna – cresce e

amealha recursos monetários?

As matérias primas, como o petróleo, diamantes e outras

riquezas do subsolo não são, afinal, o suficiente para suprirem as

riquezas que o solo arável produz, a par da indústria moderna e das

tecnologias. A produção destas riquezas só é possível face a um povo

trabalhador utilizando métodos modernos em articulação com a

funcionalidade realizadora.

Na medida em que os povos evoluem culturalmente ficam mais

preparados para produzirem mais e melhor. Condição essencial para a

paz social, harmonia vivencial onde a criminalidade praticamente não

existe, a não ser a que se introduz pelas fronteiras. E onde o Estado não

tem falta de meios para ocorrer à nivelação de uma vivência que, se não

nivelada, isenta de carências básicas.

Muitos são os portugueses que protestam indignadamente e

envergonhados contra o facto de estarem na cauda de muita coisa. Mas

as lamentações e a recriminação para com os que governam não operam

milagres, sem que se faça o trabalho que está por realizar. Tenhamos em

conta a concreta realidade, essa palável, sentindo que estamos a pagar a

apatia que deixamos à rectaguarda e os erros que se cometeram de

ordem laboral, da conjugação de esforços e, acima de tudo, de determinação.

Convenhamos, antes de mais, a necessidade de olharmos mais

em frente, de realizarmos o trabalho que está por fazer. Sem que os

projectos fiquem indefinidamente nas gavetas. Países que agora se

gabam – e são gabados – de serem ricos, também já foram muito pobres

em épocas douradas da opulência portuguesa. Fala-se da Islândia – e

inaltece-se – por estar na vanguarda do desenvolvimento, a par da

Noruega e da Austrália, razão para as populações estarem também na

vanguarda da esperança de vida, na qualidade vivencial e nos níveis

culturais, já que a alfabetização atingiu níveis inigualáveis. A própria

Islândia já foi muito pobre, bem como a Noruega, Inglaterra, Itália e

outros países que agora estão na lista dos mais ricos do mundo, também

foram pobres.

É injustificável o desejo de alguns portugueses de que Portugal

se integre na Espanha, ao vaticinarem não haver volta a dar. Já nos

orgulhamos da meritósa evolução tecnológica, em alguns casos no topo

da evolução mundial; o turismo tem condições para vir a atingir 20% do

PIB, se forem retiradas as amarras das pernas dos potenciais investidores.

Falta ainda dinamizar actividades tradicionalmente de cunho bem

português – a Comunidade Europeia tem de saber disto -, bem como as

actividades agro-florestais, em que se incluem os melhores vinhos do

mundo, a vocação piscatória e a produção de cereais.

Não nos falta capital humano – o mais precioso capital que um país

pode ter. Temos um povo trabalhador, bem comprovado pelos países de

imigração. Temos bons médicos, bons engenheiros, bons técnicos em

informática, e gente pacífica e hospitaleira. Os portugueses são capazes

de realizar o que de melhor se faz em todo o mundo.

Falta ainda poder de competição às empresas portugueses, problema

que será resolvido quando, em função da nossa recuperação económica,

o Estado baixar os impostos e os combustíveis, e resolver entraves de

ordem burocrática.

Quando a globalização prossegue aceleradamente, compete a cada

país – Portugal bem incluído – fazer a sua integração por forma que não

fique absorvido e abafado no meio da concentração do global.

E se a seguir surgir uma Nação Mundial onde todos os países sejam

integrados, as soberanias ficarão sempre autónomas com a sua história

e na vigência da sua preservação. Como tal nada de bom resolveremos

com a integração na Espanha, porque somos um país mais antigo que a

própria Espanha e dos mais velhos do mundo.

Falta ainda poder de competição às empresas portugueses, problema

que será resolvido quando, em função da nossa recuperação económica,

o Estado baixar os impostos e os combustíveis, e resolver entraves de

ordem burocrática.

Quando a globalização prossegue aceleradamente, compete a

cada país – Portugal bem incluído – fazer a sua integração por forma que

não fique absorvido e abafado no meio da concentração do global.

E se a seguir surgir uma Nação Mundial onde todos os países sejam

integrados, as soberanias ficarão sempre autónomas com a sua história e

na vigência da sua preservação. Como tal nada de bom resolveremos

com a integração na Espanha, porque somos um país mais antigo que a

própria Espanha e dos mais velhos do mundo.

Vamos acreditar nas capacidades do homem. Em Portugal e em

todo o mundo. Com a cooperação e ajuda que, de forma solidária, nos

prestigiará. E em que os líderes das governações estejam atentos às

necessidades das populações mais empobrecidas, velando pela sua

promoção e dignificação.

Eis uma das mensagens de -

Um passo em frente

(continuação da página 12)

O artigo 51º determina que a Carta

visa apenas proteger os direitos das

pessoas aquando da aplicação do

direito da União quer pelas

Instituições e órgãos da mesma quer

pelos seus Estados-Membros.

Claramente, não se pretende, de forma

alguma, ampliar as competências da

União nem tão pouco substituir as

constituições nacionais nem a

Convenção Europeia dos Direitos do

Homem, mas sim servir de complemento,

garantindo a existência de um

padrão mínimo de protecção dos

direitos humanos.

Proclamada a 12 de Dezembro de

2007, em Estrasburgo, a Carta dos

Direitos Fundamentais encontra-se

num anexo do Tratado de Lisboa e é,

por fim, juridicamente vinculativa.

No entanto, Reino Unido e a Polónia

decidiram não a adoptar, exercendo o

seu direito de

No discurso proferido na

cerimónia de proclamação da Carta

dos Direitos Fundamentais, no

Parlamento Europeu, José Sócrates

relembrou que a defesa dos direitos

humanos é "um valor essencial à

identidade europeia", mencionando a

importância da Carta visar "um

universo de destinatários que vai para

além dos próprios cidadãos dos

Estados Membros". Esta Carta

representa a "convicção de que um

Mundo melhor é um Mundo onde

estes direitos e liberdades são

unive r s a lment e r e spe i t ados " ,

conforme sublinhou o Presidente do

Conselho, referindo ainda que o

combate pelos direitos fundamentais

"é uma tarefa sem fim.”

 

Sucesso Laboral

Continuação da página 7

Se por um lado as empresas

necessitam de profissionais com

cursos superiores de uma gestão e

evolutiva, existe elevado numero

de jovens com formação universitária

com extremas dificuldades

em se colocarem, obrigando-se,

não raras vezes, a aceitarem

funções inferiores às suas aptidões

e com consequentes remunerações

não compativeis. Respondem aos

anúncios de oferta de emprego,

concorrendo com dezenas ou

centenas de oferentes, cujas

possibilidades de admissão são

extremamente reduzidas.

Os resultados poderão ser

melhores se for o oferetente a ir

directamente às empresas e

solicitar colocação ou, em

alternativa, colocar ele mesmo um

anúncio, porque a ser chamado à

entrevista, não tem de se defrontar

com a concorrência.

Quando em presença do empregador

deve, desde logo, transmitir a

ideia de que procura trabalho em

que possam ser atestadas as suas

capacidades realizadoras e nunca

deixar a imagem que busca mais o

emprego que o trabalho; apresentar

boa imagem e diálogo moderadamente

convincentes; não colocar

hipóteses, antes confiança na

admissão; demonstrar, tanto

quanto possível, honestidade e

sentido de responsabilidade;

atestar as necessárias capacidades

para o trabalho que se propõe

assumir; ter lisura e incutir boa imagem de si mesmo.

 

PARA QUE SERVE ESTA ASSOCIAÇÃO

(continuação da pagina 3)

Não vamos fazer de polícias nem

de juízes porque não pretendemos

fazer acusa-ções nem julgar quem

quer que seja, por acharmos que

no futuro os polícias não existirão

para assustar e terão como tarefa

principal defender e proteger as

pessoas e seus bens, enquanto os

juízes procurarão promover o

entendimento entre os contendores

e evitar as condenações,

sempre nefastas para os autores e

para os réus. Concretamente, não

vamos obrigar quem quer que seja

nem exercer acções pressionáveis,

antes despertar as vontades e as

consciências e mostrar os

caminhos das possíveis e

credíveis soluções.

Por outro lado, o programa de

actividades não vai ser estático

nem condicionado. Vamos

assemelhar-nos aos bombeiros,

que apagam os fogos onde a sua

presença mais se faz sentir. E

iremos também apreciar as

sugestões e propostas que nos

sejam dirigidas.

De resto, os. pressupostos

contidos no nosso regulamento

interno são vastamente abrangentes.

Estaremos atentos e mobilizados

com a devida premência.

Por sua vez, o Estado não vai ficar

prejudicado com estas deduções,

já que a APPDH vai prestar

relevantes serviços ao país e a

curto prazo também no estrangeiro.

Sejamos todos solidários. Veja

a nossa conta bancária nesta

publicação e envie-nos, por e-mail

ou via postal o justificativo para

de seguida lhe remetermos o

respectivo recibo. Aqueles que

desejarem anonimato será por nós

cumprido, cujos valores ficarão

registados no extracto bancário e

contabilizados em receitas.

Lisboa 28.Dezembro.2007

13
opting-out.
O ESTAFETA.
publicado por promover e dignificar às 22:49

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