Quarta-feira, 26 de Dezembro de 2007

Pagina 10

 

 

 

Natural de Trás-os-Montes,

Francisco Lage Pereira Nóbrega

representou o F. C. do Porto e

jogou na posição de avançado,

onde teve um desempenho com

elevado mérito, ajudando a

conquistar alguns títulos.

Jogou também na Selecção

Nacional, ajudando e também

aqui ajudou a construir algumas

vitórias.

10

Lisboa 28.Dezembro.2007

MARIZA

Notável esta fadista natural de

Moçambique, uma portuguesa

que é cidadã do mundo.

Dispensa apresentações:

integrou os concertos do Live 8, foi

nomeada para um Grammy Latino,

pisou destacados palcos em todo o

mundo, entre os quais The Guardian,

´Opera de Sydnev, Carnegie Hall,

Salle Pleyel, Royal Albert Hall,

entre muitos outros em que se

contam os melhores em Portugal.

A sua forte personalidade combinada

com um misto de simplicidade,

cortesia e simpatia, fazem dela

um ser humano espectacular.

TERESA

SALGUEIRO

Com um reportório musical

invejável e muito característico da

sua personalidade, já deu volta ao

mundo e cantou e encantou, o que

continua a fazer. E fez gravações

com outros artistas de renome.

Ela dá-nos bem a ideia da

universalidade da música

portuguesa.

DULCE PONTES

Cantora com uma versatalidade

inegualável gravou um número

sem conta de discos, expressando

bem a ideia que o Festival da

Canção, em que chegou a

participar- fica muito aquém da

notável diversidade da música

portuguesa. De tudo o mais

reconhecem-se-lhe elevados

dotes de fadista e sua presença em

palco é algo fascinante.

Um dos seus discos mais notáveis

é a "

canção do mar"

O MUNDO DA MÚSICA E DO DESPORTO NA DIGNIFICAÇÃO DO HOMEM

Promover e Dignificar é também fazer as pessoas felizes, neste caso, no que respeita ao espectáculo.

Neste âmbito temos superiores exemplos de que podemos fazer eco. Neste numero vamos aludir a

figuras portuguesas, mas as estrangeiras não irão ficar de parte nas próximas edições, bem como outras

figuras nacionais de relevo. Começando por 3 altas figuras do do espectáculo da música e da canção, a

saber:

PEYROTEO

Alguma gente mais jovem já

não sabe quem foi, mas a sua

memória vai perdurar por longos

anos nos meios futebolísticos.

Fez parte dos

um ataque demolidor que já mais

se repetirá. Natural de Angola, em

Portugal jogou no Sporting, tendo

realizado 393 jogos com a

camisola deste clube e marcado

635 golos. O seu potente remate

causava apreensão aos defesas

contrários, em especial aos

guarda-redes.

cinco violinos

JOSÉ ÁGUAS

Natural de Angola (Lobito) ,

em Portugal jogou no Benfica .

Goleador nacto, marcou muitos

golos, em especial de cabeça,

dado o seu poder de elevação com

os olhos bem postos na baliza

adversária.

Foi avançado, tendo ainda jogado

com o Eusébio. Vai ser difícil de

esquecer e ficará por longos anos

no album de recordações da

instituição benfiquista.

FORA-DE-JOGO

A PIOR LEI DO FUTEBOL

Será de admirar e inesplicável que

os fazedores de leis do futebol não

tenham ainda alterado a lei do forade-

jogo, a mais difícil de cumprir e a

que mais prejudica o espectáculo.

Marcar-se fora-de-jogo a partir da

linha do meio-campo está de todo

errado, porque, em certas situações,

os jogadores de ambas as equipas são

forçados a jogarem em metade do

campo.

Quanto a nós, o fora-de-jogo só

deveria ser marcado a partir do limite

da grande área em relação ao ataque.

E que melhorias teríamos com esta

alteração?

Em primeiro lugar teriamos os

jogadores mais divididos pelo campo,

já que alguns defesas não poderiam

subir demasiado no terreno. Haveria

um futebol mais fluído.

Em segundo lugar não seriam

cortadas jogadas de excelente

delíneo. Em terceiro lugar, com os

jogadores mais divididos pelo campo

haveria menos faltas e melhor

espectáculo.

Por vezes diz-se que a lei do fora-dejogo

protege os guarda-redes. Aqui

também há uma solução e os donos

das balizas ficarão mais protegidos

se: a pequena área ficasse interdita

aos avançados contrários e esta

ficasse apenas reservada ao guardaredes

e aos defesas. Assim. Os golos

que fossem marcados dentro da

pequena área não contariam, mas

passaríamos a ter golos mais bonitos.

Fica a sugestão, se é que de

aproveitar.

AS ORIGENS DO FADO

O fado teve início nas tabernas e nos pátios dos bairros

mais tradicionais de Lisboa, como Alfama, Mouraria,

Bairro Alto, Castelo e Madragoa, sendo cantado pelo

povo. Dado o interesse que suscitou, a fidalguia passou a

assistir. Foi com Maria Severa que passou a divulgar- se e

a incrementar-se.

Os temas cantados baseavam-se na saudade, nostalgia,

ciúme e touradas, em termos clássicos.

A moda pegou de tal forma que apareceram aqueles que

ficaram na lenda desta única forma musical em todo o

mundo, nomeadamente Alfredo Marceneiro, Berta

Cardoso, Hermínia Silva, Maria Teresa de Noronha,

Fernando Farinha, Fernando Maurício, Lucília do Carmo,

Manuel de Almeida, entre outros. O apogeu surgiu com

Amália Rodrigues e com a participação de letras de

poetas famosos, como Luis de Camões, José Régio, Pedro

Homem de Mello, Alexandre O'nill, David Mourão

Ferreira , José Carlos Ary dos Santos, além de outros.

Novas figuras surgiram numa época mais recente, tais

como João Ferreira Rosa, Teresa Tarouca, Carlos do

Carmo, Beatriz da Conceição, Maria da Fé, João Braga,

até à chegada de Mariza, aquela que actualmente é

considerada a exponente máxima. Apareceram também

novos autores de letras, tais como

Sophia de Mello Brayner, Fernando Pessoa, António

Botto, Afonso Lopes Vieira, Miguel Torga, Frederico de

Freitas, Frederico Valério, José Fontes Rocha, Alberto

Janes e Carlos Gonçalves.

O fado não teria a expressão que hoje lhe é reconhecida

mundialmente, se não fossem as imprescidiveis e mágicas

guitarra e viola, com executantes de renome:

Armandinho, Jsé Nunes, Jaime Santos, Raul Nery, José

Fontes Rocha, Carlos Gonçalves, Pedro Caldeira Cabral,

José Luis Nobre, Paulo Pereira, Alfredo Mendes,

Martinho d'Assunção, Júlio Gomes, José Inácio, Paquito,

Jaime Santos Júnior, Carlos Manuel Proença e Joel Pina.

Actualmente novos talentos estão presentes, tais como

Joana Amendoeira, Mafalda Arnauth, Katia Guerreiro,

Camané, etc.

O fado continua com um perfíl típico pelos tradicionais

bairros de Lisboa, encantando aqueles que nos visitam,

em especial os turistas, com esta forma de vida de um

especáculo único, se bem que nos países onde existem

portugueses tenham aberto casas de fado, bem como nos

novos países de expressão portuguesa.

Quando se diz que o fado é triste, revelando máguas, é

bom ter em conta os sentimentos de romantismo e a

sublime e agradável nostalgia que encarna, além de se

tornar alegre com algumas desgarradas. Ele nasceu

improvisadamente e contia a ser improvisado em muitos

casos, tal o seu fascínio improvisionador, ou não.

Foi em honra de Zeus que a Grécia se reunia em cada 4 anos no

Peloponeso, na confluência dos rios Alfeu e Giadeo, com a cidade

Olímpia a erguer-se. Foi a partir do ano 776 a.C. que cedeu o seu

nome à maior competição desportiva na história da humanidade –

os jogos olímpicos.

O primeiro vencedor foi foi o atleta Coroebus, que recebeu uma

coroa de folhas de louro.

O seu início terá ocorrido l94 anos a.C., mantendo o seu espírito

desportivo com o objectivo da disputa de desafios corajosos, até

ao ano 394 d.C., quando o imperador Teodósio II ordenou a sua

interrupção, parecendo então condenada ao desaparecimento, a se

transformar apenas num acto histórico. Interrupção que durou

quase 1500 anos. Foi o idealista francês Barão Pierre de Cobertin,

com a sua intervenção (1492 que impulsionou a retoma.

JOGOS OLÍMPICOS

BREVE HISTORIAL

continua no próximo número

NÓBREGA

publicado por promover e dignificar às 23:21

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