Quarta-feira, 26 de Dezembro de 2007

Pagina 8

ASTRONAUTAS DA ANTIGUIDADE

Existem várias publicações que sustentam fortes possibilidades de

terem existido astronautas em épocas muito remotas. Trata-se de

conjecturas que deixamos à análise e ao ajuizar dos leitores, sem

comentários que levem à crença ou à descrença.

O americano Charles Fort, desaparecido há cerca de meio século,

escreveu alguns livros que agitaram a estagnada ortodoxia científica. Ele

não terá pretendido catalogar factos insólitos, mas tão-só aproveitá-los

para afirmar a sua crença na existência de um traço fundamental entre

todos os acontecimentos

dogmática da ciência oficial. Dizia ele, "o desfile desses factos

inexplicáveis, para denunciar a atitudemalditos

é mais importante do que os próprios factos". Ao pretender debater uma

questão como a possível intervenção de extraterrestres que trouxeram a

civilização aos Homens da idade da pedra, teria provocado nos meios

científicos uma confrangedora convulsão.

Também no século XIX, o físico inglês Lord Kelvin sustentava a

convicção de que o aparecimento do Homem se devia a uma intervenção

externa. E, Charles Fort, dizia que seres de uma inteligência superior,

vindos de algures – extraterrestres ou mais propriamente os antigos

astronautas -, tenham trazido, literalmente, a civilização aos Homens da

idade da pedra.

"A hipótese de a civilização humana dever muito a visitantes vindos

das estrelas parece-nos de um interesse perturbador e estimulante" –

dizia Charles Fort.

Valerá a pena ter em inestimável consideração as declarações de

Vladimir Avinsky, que foi geólogo e mineralogista na antiga Samarra, no

Volga, que sempre se empenhou em investigações para encontrar

vestígios de visitas de extraterrestres ao nosso planeta. Algumas das suas

revelações:

- No campo da ciência encontram-se inúmeros casos onde as mais

improváveis teorias se tornam verdades. As gravuras rupestres feitas ao

longo das épocas paleolítica e neolítica são por vezes atribuídas à

fantasia dos artistas primitivos. Mas a fantasia não se baseia ela própria

na realidade? Além disso as pinturas rupestres não podem ser consideradas

sob o ponto de vista da arte actual.

- O sábio austríaco Ch. Kruger defende que essas gravuras e pinturas

são expressão mais da experiência directa de um grupo de homens do

que da de um só indivíduo. Existe também a questão da semelhança das

imagens encontradas em diferentes partes do mundo. Como explicar tal

explosão, de uma fantasia admirável, no Homem pré-histórico?

Confrontado com as hipóteses de se tratar de uma civilização existente

num passado muito recuado, Avinsky achava que:

- O principal argumento contra a hipótese dessa protocivilização é o

estado intacto das fontes de energia e matérias-primas, sem as quais uma

sociedade industrial é impensável. Depois, nunca foram encontrados na

camada arqueológica da Terra vestígios de qualquer antigo complexo

industrial, ao passo que inúmeros deles aí foram deixados por culturas

primitivas.

- E a Atlântida?

- A lendária Atlântida, isolada como estava e dispondo de recursos

limitados de energia e matérias-primas, não pôde atingir um nível

industrial. Poderia ter sido aprovisionada do exterior, mas então haveria

vestígios disso noutras partes do mundo, o que não se verifica.

De notar que o investigador francês Mar. Dem demonstrou que jazigos

de urânio na Europa e alhures teriam já sido explorados na pré-história,

talvez por uma civilização desaparecida. Por outro lado, se, como alguns

propõem, a

Atlântida se situava na ilha de Tera, no Mediterrâneo, a destruição dessa

ilha não deve ter resultado de qualquer explosão vulcânica natural.

Confrontado com a possibilidade de terem vindo até nós extraterrestres,

e não terem deixado melhores vestígios, Avinsky prosseguiu:

- Um contacto directo poderia ter sido acompanhado de diferentes

manifestações de actividade tecnológica, biológica e social por parte dos

extraterrestres, e os participantes primitivos nesse contacto podem, em

numerosos casos, ter ficado inconscientes.

E prosseguindo:

- Alguns julgam que a prova indubitável de um contacto só poderia ser

um milagre cósmico, deixado pelos extraterrestres. Eu proporia dois

critérios para identificar fenómenos supostos de origem extraterreste. O

primeiro é tecnológico: certos elementos técnicos ou tecnológicos

encontrados em vestígios antigos são incompatíveis com o nível de

desenvol

vimento da sua época específica na História.. Tais elementos são

qualificados como tecnicismos historicamente incongruentes (Um caso

deste género é o fabrico pelos chineses, no século II, de um bronze de

alumáio). Reproduzem a realidade quase fotograficamente, são

praticamente independentes das correntes religiosas e sociais e prestam-

ASTRONAUTAS DA ANTIGUIDADE

se à análise mecânica e tecnológica. O segundo critério é geográfico:

permite escolher factos idênticos que coincidem em minúsculos

pormenores, factos que foram localizados em difetrentes épocas, em

povos diferentes e em contextos físico-geográficos e sociais dissemelhantes.

E prosseguindo:

- Artigos de marfim de morsa, qualificados como objectos

alados,

foram encontrados na península de Tchukotski. Foram interpretados de

diversas maneiras: como figuras estilizadas de aves ou borboletas,

ornamentos de bastões de feiticeiro ou decorações de barcos. Mas a

análise aerodinâmica e estrutural desses objectos suscita uma outra

interpretação: reproduções de engenhos voadores. Claro que, se nos

pomos a interpretar todas as descobertas históricas como sendo de

origem extraterrestre, podemos chegar ao ponto de atribuir aos extraterrestres

as coisas mais estranhas. Para evitarmos isso, os factos disponíveis

devem ser examinados de muito perto, com o maior cuidado e em

todos os pormenores. Quanto à possibilidade de haver, além dos

técnicos, outros sinais que indiquem um paleocontacto, por exemplo, as

figuras parecidas com fatos espaciais. Entre elas, acham-se os famosos

dogus do Japão antigo e os seus análogos (as cabeças redondas) do

Tassili, os desenhos até aqui pouco conhecidos dos aborígenes australianos,

dos índios da América do Norte, dos povos de África e uma série de

vestígios maias. Um estudo atento dessas figuras e desses desenhos

revela os elementos essenciais de um escafandro espacial. O

de Madrid mostra numerosas personagens mitológicas transportando

pretensas mochilas identificáveis a sistemas individuais de sobrevivência,

a julgar pelos numerosos pormenores específicos, tais como mochila

rígida, os tubos flexíveis e os dispositivos de direcção e de iluminação no

capacete... Mais de uma dezena de desenhos de elementos semelhantes a

antenas colocadas na cabeça de figuras antropomórficas foram encontrados

em diferentes partes do mundo. A classificação destes desenhos,

segundo as suas características geométricas, coincide no essencial com a

classificação dos tipos conhecidos ou possíveis de antenas. Os desenhos

semelhantes a antenas prestam-se a uma análise que mostra os seus

parâmetros de funcionamento e usos fundamentais. Servindo-se dessas

especificações, propomo-nos delinear modelos que funcionem.

codex maia

SEM COMENTÁRIOS SEM COMENTÁRIOS

8

Lisboa 28.Dezembro.2007

CHEGOU O FIM DOS

TEMPOS

A BÍBLIA E OS DIFERENTES

INTERPRETAÇÕES

Por Carlos Machado

Embora seja

um católico

p o u c o

p r a t i c a n t e ,

c o m o

a g r a n d e

maioria dos

que se dizem católicos, passei por

várias religiões, como a Jeová,

Evangélica, nas várias vertentes,

como Baptista, Presbiteriana,

Pentecostal, Adventista do

Sétimo Dia. Frequentei e

participei em várias sessões de

espiritismo e outras religiões mais

avançadas, como Sociedades

Secretas, entre muitas outras.

Possuo várias Bíblias, pois por

onde passei havia Bíblias e eu

também as comprei. Tenho uma

única inveja na vida. Não há como

os evangélicos, digo pastores

evangélicos, dado me ter

apercebido que grande parte

deles, sabe em que página está

cada parábola! Fantástico! Pude

comprovar isso e nunca vi tal em

padre algum. Lidei com alguns,

visto ser dos primeiros a pertencer

ao primeiro grupo carismático,

com o padre Fernando, vindo

depois o padre Lapa. Isto serve

para dizer que conheço um pouco

de religiões e de ter lido algumas

bíblias.

Em todas as religiões por onde

andei desde há 50 anos, tive a

graça de ter uma mãe e uns pais

dela, profundamente católicos,

que me levaram ao conhecimento

de Deus desde os meus 7 anos.

Que Benção, que Graça tão

grande eu recebi de DEUS por ter

nascido nesta família, pobre mas

séria e rica em ansinamentos

altruístas e tementes a DEUS.

Obrigado a DEUS. Já me estava a

desviar do tema. Pois bem, em

todas as religiões, como estava

dizendo, se fala imenso no fim dos

tempos. Que estão a chegar, que já

aí estão, que JESUS está a chegar.

Eu ainda vou ver, diz muita gente,

tal é a Fé, a esperança de um

mundo melhor, que ELE prometeu,

para todos aqueles que nele

acreditam. JESUS respondeu, a

alguns apóstolos, acerca da sua

vinda: "não sei, só o PAI que está

nos céus é que sabe. Porém

quando virdes pais matando os

filhos, filhos matando os pais,

fome, miséria e corrupção

incontrolável EU ESTOU

CHEGANDO". Estes são os

sinais. Avaliando o que se está

passando no mundo, quase todos

os dias se lê nos jornais e se vê na

televisão que um pai matou o

filho, um filho matou o pai. Irmão

mata irmão. A fome no mundo

africano é assustadora e até nos

países civilizados há fome!

Dizem as estatísticas que em

Portugal mais de 2 milhões e

meio passam fome... Diziame

uma velhota com 74 anos,

que recebia 70 euros de

pensão! 70 euros gasta o 1º

mini s t ro num a lmoço.

Pensando que estiveram cá

uns senhores para assinar o

Tratado de Lisboa, e o almoço,

segundo foi noticiado, foi de

10 milhões de euros. 10

milhões com os desvios!

Quanto à corrupção que se

alastrou em todo o mundo,

está incontrolável, ou seja,

chegou a um ponto em que os

pol í t i cos a f i rmam que

ninguém consegue parar.

Quando dizem que neste

momento, em Portugal, 100

Salazares já não conseguiam

endireitar o nosso país. Mas

está assim por esse mundo

fora. Milhões todos os anos

são dados pelos países da

União Europeia e pelos

Estados Unidos e outros

países ricos, para os países

africanos. Vamos lá e vemos

estradas de terra batida,

escolas de capim ao ar livre,

hospi t a i s que pa r e c em

pocilgas, sim, pocilgas. Eu

vejo na televisão dizer que os

presidentes desses países e

famílias têm depoistados nos

bancos de vários países, os

mesmos que dão o dinheiro,

milhares de milhões em

contas particulares. Claro

como água,só Jesus poderá

acabar com este sofrimento.

Como o seu povo não pode

aguentar mais, a vinda tem de

estar próxima.

Os sinais estão aí.

Tremores de terra como nunca

houve tantos. Cheias como

nunca se viram, arrasando

tudo, incluíndo vidas. Fogos

no Verão e no Inverno como

nunca houve dantes. Vários

são os casos em que a natureza

se está a revoltar, ou serão os

sinais que DEUS prometeu

aos crentes? "Quando virdes

coisas fora do normal a minha

vinda está próxima. EU

ESTOU A CHEGAR, quer

acreditem quer não, e desta

vez não ficará pedra sobre

pedra..."

Voltarei ao vosso contacto.

Até breve.

Carlos Machado

O fim dos tempos

publicado por promover e dignificar às 23:29

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1 comentário:
De Anónimo a 21 de Maio de 2009 às 16:45
«fia-te na virgem» e não remes, e verás que a jangada se não for a deriva, irá mesmo ao fundo... está nas nossas mãos e não nas do divino (que, creio, não as tem) mudar o estado do mundo, do nosso mundo.

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