Quarta-feira, 15 de Fevereiro de 2017

O DIFÍCIL E COMPLICADO PROBLEMA DA HOMOSSEXUALIDADE

A elevação da superior espécie – PROJECTO – Em análise

Exmo. Senhor Ministro da Saúde

Valdemiro da E. Sousa, presidente  da   direção  da  APPDH - Associação Portuguesa para a Promoção e Dignificação do Homem, no prosseguimento  da  sua função filantrópica, vem enviar-lhe  uma  exposição  para tomada de medidas com vista  à  resolução de  problemas de saúde e biológicos,  de  âmbito nacional, como universal, e que mancham  a dignificação do homem.

   Este problema está ligado ao sexo e à sexualidade.  A prática sexual tem de constituir atos  íntimos  de elementar privacidade e de  bom entendimento  para uma felicidade  salutar entre os intervenientes – o homem e a mulher. Mas  os figurinos sociais devem conter  a flexibilidade  suficiente  nos seus padrões sem afetarem a autonomia comportamental e o sentido da moral, neste caso na área sexológica. Toda a relação homem/mulher deve desfrutar de mutuo interesse pela vida, evitando-se  situações de saturação,  e esta deve ser evitada no mutuo interesse.

   As verdadeiras  relações sexuais  só têm sentido entre o sexo masculino e o feminino. As variantes  constituem  pura perversão que nada têm  a ver  com a verdadeira e sã intimidade. Em muitos casos, homens e mulheres optam por variantes que nenhum outro animal pratica. Na condição de seres superiores  ainda podemos aprender algo com outros animais e não devemos esquecer-nos de sermos racionais, praticando a racionalidade.

   Este tema e este alerta tem fundamentalmente a ver com o delicado problema da homossexualidade. Se existem  outras formas comportamentais  que necessitam de ser alteradas e moralizadas, a homossexualidade está na linha da frente. Diga-se o que se disser,  aqueles que seguem  as praticas da inversão sexual e praticam nesta área veleidades contra a natureza humana, são  pessoas doentes. Temos visto homens que depois de serem sujeitos a intervenções  cirúrgicas  se transformam em mulheres,  e mulheres que se transformam em homens. Logo,  existem fortes deficiências nestes organismos , corrigidas pela medicina cirúrgica. E a medicina, seja estatal ou privada, deve contemplar cada vez  mais  intervenientes  necessitados de apoio. Todos sabemos  que muitos dos que praticam a inversão sexual não têm culpa do seu defeito  nem merecem condenação. Mais à frente falarei da forma de resolver estes problemas.

   Muitas  causas da deficiente  saúde humana  e das anomalias  fisiológicas começam  a partir do nascimento. Os ministérios da saúde  são culpados dos  muitos males acumulados e da sua perduração. Como tal,  Senhor Ministro da Saúde, vamos prestar um bom trabalho  à saúde pública e às sociedades,  com  repercursão  universal, começando por:

  Criar equipas médicas para, nas maternidades, inspecionarem com atento rigor  os bebés recém-nascidos nos primeiros  dias de vida, no sentido de se apurar se revelam deficiências de ordem sexual,  e,   as possíveis deficiências de identidade sexual  devem ser corrigidas  antes que os problemas cresçam e se tornem mais difíceis de resolver. É na idade infantil que os problemas melhor podem ser tratados, com uma vantagem  de especial significado: é que as pessoas ao chegarem à idade  adulta não se tenham apercebido de que tiveram  deficiências de ordem sexual.  Assim, não serão expostas na praça pública, isto é, no meio em que vivem , não se chegue a conhecer que foram deficientes.

   Mas a intervenção médica pode e deve ser usada em qualquer idade, quer pela medicina estatal, quer pela privada. Porque das ajudas que os cidadãos devem  ter, a medicina  está na frente de todas as prioridades. E todas as deficiências de ordem sexual que existam mesmo na idade  adulta e que  possam ser corrigidas e solucionadas, tanto os que ostentam as deficiências como a medicina em si, devem empenhar-se  nas devidas soluções, a bem da promoção e dignificação humana.

    Quanto aos homossexuais em que nada se possa fazer, as práticas da inversão sexual poderão continuar sem o vexame dos críticos e sem afrontas de marginalização.

    Importa, no entanto, tecer  algumas considerações  sobre  a perversão  que  prolifera e que não tem outras causas que não sejam  as  análises  mal concebidas  e que em muitos casos obscuram  a sociedade. Alguns homossexuais  dizem, com  incontido devaneio, que gostam  da pessoa errada. Implicitamente estão a aceitar o seu erro, a inversão dos atos contra a natureza. Nestas situações  a inversão resulta  apenas da vontade  de se gostar da pessoa errada  e não pela expressa necessidade.

   Duas mulheres que já tiveram homens como parceiros  e através dos quais se reali-zaram sexualmente, ao assumirem a mutua intimidade sexual  revelam apenas  encontrarem em si maior subtileza  e diferente sensualidade, muitas vezes por não terem ali mesmo e naquele momento, o homem que gostariam de ter. Por vezes a perversidade  acontece apenas como alternativa, quando  tanto o homem  como a mulher nunca deviam esgotar as hipóteses  de conseguirem, em boa harmonia, parceiros do sexo oposto.

   A  APPDH está a chamar as atenções de quem de direito para a resolução de problemas da sociedade e, no caso da sexualidade onde as diferenças e os vexames mais se acentuam, porque no  seu âmbito universal, devemos promover e dignificar o homem, neste problema em concreto , como em outros  em que o homem e a sociedade não aprenderam, ainda, a dignificar a superior espécie que somos. Contamos – face à nossa solicitação – com a influente  e importante adesão do Senhor Ministro da Saúde.

  Desejamos, por último, contar com a inscrição de alguns “CONSELHEIROS” – entre 4 a 5 – para um debate sobre o  tema  que sinalizamos e,  com o saber da sua experiência  e superior opinião,   em prol  da consolidação dos objetivos  aqui  propostos,  dar maior amplitude  e  expressão a  este trabalho, que todos desejamos seja coroado com absoluto êxito.

Valdemiro E. Sousa

publicado por promover e dignificar às 18:10

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