Quarta-feira, 26 de Dezembro de 2007

Pagina 2

 

APPDH

- ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA PARA A PROMOÇÃO E DIGNIFICAÇÃO DO HOMEM

REGULAMENTO INTERNO

Tendo em conta que:

O mundo está mergulhado numa profunda escalada de violência e de atentados

ao respeito e dignidade humana; a xenofobia, a vingança e os nefastos comportamentos

preocupam as mentes mais íntegras; continuam a existir pessoas a

exaltar a sua hegemonia com a desgraça de outras; cresce a ameaça do futuro

pela degradação do presente; a filantropia dá, não raras vezes, lugar à misantropia;

sucumbem crianças e adultos pela fome e pelas doenças sem justificação;

crescem os actos criminosos e os malefícios organizados; a condição superior do

ser humano carece de dignificação. Urge a formação de uma colectividade que

desenvolva acções moralizadoras da sociedade a nível universal e promova o

bem-estar das pessoas e a sua elevação, pelo que é criada a ASSOCIAÇÃO

PORTUGUESA PARA A PROMOÇÃO E DIGNIFICAÇÃO DO HOMEM,

que se vai reger pelo presente regulamento.

CAPÍTULO 1 – Âmbito e Generalidades

Artigo 1º

1. A presente Associação é criada por iniciativa do seu associado Valdemiro

da Encarnação Sousa, que presidirá à Direcção.

a) O trabalho a desenvolver pelos órgãos da Associação e pelos associados em

geral foi inspirado no seu livro

Fica, entretanto, explícito que as actividades da Associação e dos seus

associados não ficam inteiramente subordinadas ao ideário da temática da

Bíblia do Futuro, o qual servirá de ideário.

Bíblia do Futuro.

b) Todos os associados podem exercer actividades políticas, partidárias,

religiosas e desportivas em geral, sem que essas actividades constituam

obstáculo à sua filiação na Associação.

c) Fica entretanto vedado a todos os associados o exercício das actividades

designadas na b), no âmbito do seu trabalho na Associação, em completo

respeito pelas linhas de orientação deste órgão associativo: não interferir nas

políticas, nos órgãos político-partidários, nas tendências religiosas e

desportivas, em obediência à sua isenção e ao seu objectivo de promover e

dignificar toda a pessoa, indiscriminadamente.

d) Os associados que desrespeitarem o articulado em c), poderão ser destituídos

por deliberação em Assembleia Geral.

2.A Associação terá as seguintes categorias de associados: Efectivos;

Honorários; Beneméritos;

Correspondentes.

a)São associados efectivos todas as pessoas, singulares ou colectivas subscritas

como tal, nacionais e estrangeiras.

b)São associados honorários todas as pessoas singulares ou colectivas,

nacionais e estrangeiras, que hajam prestado relevantes serviços à causa da

Associação.

c)São assiciados beneméritos as pessoas singulares ou colectivas, nacionais e

estrangeiras, que hajam oferecido à Associação quaisquer bens de valor

significativo.

d)São associados correspondentes as pessoas singulares ou colectivas,

domiciliadas em território nacional ou no estrangeiro, que pretendam

colaborar com a Associação em acções de dinamização e representação.

3. Constituem direitos de todos associados

a)Participar nas Assembleias Gerais e nelas votar; eleger os Órgãos Sociais e

propor candidatos aos cargos; apresentar projectos que visem alcançar os

objectivos da Associação; requerer a convocação extraordinária da

Assembleia Geral; ser informados de todas as actividades da Associação.

4. São deveres dos associados

a)Pagar uma quota mensal de valor provisório de cinco euros, a rectificar em

Assembleia Geral.

b)Tomar parte nas Assembleias Gerais.

CAPÍTULO II -

Órgãos Sociais

Artigo 2º

1. São Órgãos Sociais a Assembleia Geral, a Direcção e o Conselho

Fiscala) A duração dos mandatos dos Órgãos Sociais é de quatro anos, sendo

admitida a reeleição.

2. Ficam desde já definidos os compromissos, com a assunção de deveres

com voluntário empenhamento dos membros dos Órgãos Sociais e

associados em geral, a saber:

a) Defender a autencidade da condição superior do ser humano, que se

considera prisioneiro, no decorrer de milénios, de concepções imutáveis e

libertá-lo de misticismos demasiado dogmáticos, sempre sem qualquer

actuação pressionável.

b) Conduzir as capacidades do homem à prática do bem, à edificação e evitar

que a sua inteligência se oriente por acções dolosas e de destruição.

c) Desenvolver esforços para conduzir as sociedades e o mundo à produção

do útil e do agradável; irradicar a violência e as guerras; recuperar os

valores humanizantes e as relações familiares no seio da família.

d) Estimular cada pessoa e as comunidades a seguirem o ideário desta

Associação, de forma espontânea.

e) Tendo em conta que o mundo tende a tornar-se num todo global, desenvolver

esforços para que seja implementado um hino universal, e os hinos nacionais

se harmonizem em conteúdos de paz, respeito e cooperação.

f) Recusar todo e qualquer conceito de utopia nas acções da Associação, com

a firme convicção de que as actividades enumeradas são realizáveis, embora de

difícil execução, só sendo utópico aquilo que não está ao alcance do homem. Se

temos inesgotáveis capacidades para destruir, mais nos compete e mais fácil nos

será construir.

g)Serão aceites donativos e contributos de pessoas, singulares ou colectivas e

organismos vários que desejem apoiar esta Associação, identificando-se com os

seus objectivos. Porém, sem que possam condicionar tais apoios a desígnios que

não sejam os expresso neste regulamento.

h)Mobilizar o apoio de pessoas de prestígio e com estatuto de "figuras públicas":

na Comunicação Social, nos meios artísticos, desportivos e outros, que

denotadamente possam aderir à causa da Associação e ajudar à sua dinamização.

Artigo 3º

1. Propõe-se esta Associação:

a) Editar um jornal no âmbito das suas actividades, que começará pela periodicidade

mensal, podendo passar para quinzenal ou semanal. Os associados terão

distribuição gratuita. A sua temática visará a sensibilização dos seus associados e

leitores em geral. Pretende-se ainda que constitua o principal veículo de

dinamização da Associação.

b) A Associação poderá desenvolver eventos diversos, como espectáculos,

provas desportivas, acções de convívio e lazer, entre os seus associados.

c) Criar comissões compostas por individualidades com formação cívica e

intelectual, mandatadas para a realização de conferências, a efectivação de

reuniões e eventos em locais a definir e em organismos vários, com vista a

promoverem soluções para os problemas que sejam motivo de preocupação

quanto ao estado degradativo da vida de pessoas, de populações e de países, e

ainda de carácter universal.

d) A Associação será dinâmica tanto quanto possível, procurando atingir âmbito

internacional e ser reconhecida pela ONU. Não pretende ter carácter deliberativo

em coisa alguma, antes emitir estados de alerta e elaborar projectos no âmbito do

seu ideário, com vista ao alcance das desejadas soluções.

CAPÍTULO III –

Receitas e Despesas

Artigo 4º

1. A Associação não tem fins lucrativos, procurando entretanto obter receitas

necessárias ao seu funcionamento, podendo vir a apoiar, monetariamente,

sempre que possível, acções previstas no seu ideário: promoção e dignificação

do Homem.

2. Constituem receitas da Associação

a)As quotas dos associados; os donativos e contributo vários; os eventuais

lucros resultantes da venda do jornal.

b)Os membros dos Órgãos Sociais, no desempenho das suas específicas funções,

não são remunerados.

CAPÍTULO IV –

Órgãos Sociais - Funções

Artigo 5º

1.A Assembleia Geral é o Órgão soberano da Associação e é constituida por todos

os associados no pleno gozo dos seus direitos, representados por delegados

devidamente credenciados para o efeito.

2.As reuniões da Assembleia Geral serão públicas, podendo realizar-se em local

diferente da sede.

3.A mesa da Assembleia Geral é constituida por um Presidente, um Vice-

Presidente e dois Secretários.

Artigo 6º

1.A Assembleia Geral terá obrigatoriamente duas reuniões ordinárias anuais, a

saber:

a)No decurso do primeiro trimestre de cada ano, para discutir e votar o relatório

do exercício e contas da Direcção referente ao ano anterior, o parecer do

Conselho Fiscal, o plano de actividades e o orçamento para o ano que se inicia.

b)No decurso do segundo semestre de cada ano para análise de carácter geral,

podendo comportar a convocação de Assembleia extraordinária de seis

associados ou mais, prevista nas disposições gerais.

c)A Assembleia Geral é convocada pelo seu Presidente ou a pedido da Direcção,

do Conselho Fiscal ou de, pelo menos, seis associados no pleno gozo dos seus

direitos.

d)As deliberações serão aprovadas por maioria absoluta dos membros dos três

Órgãos Sociais, ou por maioria de três quartos de outros associados presentes, no

pleno gozo dos seus direitos.

será apresentado pela Direcção à Assembleia Geral no primeiro trimestre de

2008.

Artigo 7º

1. A Direcção é composta por um Presidente, um vice-Presidente, um 1º

Secretário, um 2º Secretário e um Tesoureiro.

2. Compete à Direcção gerir a Associação, cumprir e fazer cumprir o

regulamento e todas as normas regulamentares.

3. Criar e extinguir Associações e Delegações e nomear os seus responsáveis.

4. Admitir, suspender e dispensar pessoal de serviços e fixar as respectivas

remunerações.

5. Submeter anualmente à Assembleia Geral o relatório de contas do

exercício, bem como o orçamento e plano de acção para o ano que se inicia.

6. Promover as filiações dos associados e tornar exequível todo o movimento

associativo.

7. Gerir todo o sector financeiro referente a receitas e despesas e zelar pelo

bom equilíbrio do mesmo.

8. O primeiro orçamento e plano

de acção para o próximo ano, será

apresentado pela Direcção à

Assembleia Geral no primeiro

trimestre de 2008.

Artigo 8º

1.As deliberações da Direcção serão

tomadas por maioria simples

a)O Presidente terá voto de qualidade

quando tal for necessário para

desempate.

2.Compete ao Presidente da

Direcção:

a)Representar a Associação em juizo

ou fora dele.

b)Convocar e dirigir as reuniões da

Direcção.

3.Compete ao Secretário em

exercício dirigir os serviços

administrativos e o pessoal, manter

em dia o expediente, secretariar as

reuniões da Direcção e lavrar as

respectivas actas.

4.Compete ao Tesoureiro manter em

dia o expediente de receitas e

despesas e fiscalizar a respectiva

documentação.

Artigo 9º

1.O Concelho Fiscal é constituído por

um Presidente, um Vice-Presidente

e dois Vogais.

2.Compete ao Conselho Fiscal:

a)Verificar se as disposições legais e

estatuárias, bem como as deliberações

da Assembleia Geral, estão a ser

cumpridas.

b)Examinar, a escrita e demais

documentação.

c)Dar parecer sobre o relatório e

contas do exercício e submetê-lo à

Assembleia Geral.

Os senhores associados ficam

informados da Conta Bancária do BPI

nº: 0-3899481.000.001 ou

NIB 0010 0000 38994810001 50.

APPDH – Associação Portuguesa

para Promoção e Dignificação do

Homem

Nº Pessoa Colectiva: 508263840

Rua Arco do Marquês do Alegrete,

Palácio dos Aboim, nº 2 – 5.1, 1100-

034 Lisboa

Telefones: 213428300

E-mail: associacaoppdh@sapo.pt

– A MORAL deve constituir-se

condição básica para a humanização,

fazendo-se sempre a distinção entre

os trouxas bem intencionados e os

APPDH

- ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA PARA A PROMOÇÃO E DIGNIFICAÇÃO DO HOMEM

REGULAMENTO INTERNO

2

Lisboa 28.Dezembro.2007

Ficha Técnica

O Estafeta

número 125321

– registo no E.R.C com o

Director:

Valdemiro E. Sousa

Proprietário e editor:

Associação Portuguesa para a Promoção e

Dignificação do Homem.

APPDH -

Sede e Redacção:

do Alegrete, Palácio dos Aboim, nº 2 –

5.1, 1100-034 Lisboa

Rua Arco do Marquês

e-mail:

associacaoppdh@sapo.pt

Telefone:

213428300

NIF:

508263840

Colaboradores nesta edição:

Nobre, João Carlos Fonseca, António

Jorge Lé, Inês Pais de Abreu, Hélia Alves,

Ana Cabrita e Carlos Machado

Fernando

Tiragem desta edição:

7200 exemp.

Impressão:

Concilim e Pedros, nº 90, Queluz de Baixo

Grafedisport – estrada

Distribuição:

ind. do Passil Lote 1 – A - Tel.219267800

Palhavã - Alcochete

Logista, expanção da área

 

 

 

publicado por promover e dignificar às 23:53

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